Sou casado a 5 anos, e tenho uma esposa maravilhosa de 29 anos, é bonita, simpática, loira, estatura mediana, cabelos longos, seios normais, pernas normais, e uma bundinha linda. Convivemos juntos a mais de 7 anos e sabemos perfeitamente o que o outro gosta de fazer, comer, de se vestir, resumindo nos conhecemos e nos damos muito bem. Um dia eu estava transando com ela a tarde no chão da sala, e a porta estava meio aberta, ela cavalgava no meu pinto com aquela buceta pequenina, que só cabe mesmo meu pau, e nos beijávamos bastante naquele momento, quando entrou na sala sem que nós percebêssemos o nosso cão, o Valente, é um vira-lata, mas de porte físico avantajado, pelo curtinho e é todo musculoso, e veio direto cheirando o cuzinho da minha mulher; na hora ela se assustou, pensando que poderia ser alguém, mas depois começamos a rir e mandamos ele sair da sala para continuarmos a transa. Naquela noite enquanto estávamos deitados para dormir, comentávamos sobre sexo e trouxemos a tona o assunto do Valente ter entrado e cheirado a bucetinha dela, que comentou que o focinho dele era gelado e lhe deu arrepios, eu logo disse que ela teve arrepios de tesão e começamos a nos agarrar na brincadeira, pois ela falava que aquilo era um absurdo que eu estava falando. Passado os dias, aquele assunto não me saía da cabeça, chegando a me excitar bastante, cheguei a transar com ela pensando no Valente a possuindo, mas é lógico que não falei. Esse nosso cachorro era virgem, pois não saía do quintal para nada, e já estava com uns quatro anos de idade. De vez em quando eu fazia algumas brincadeiras do tipo que quando ela estava só de calcinha na cozinha e ia servir a comida do cachorro, eu chegava, abraçava ela, apertava sua bunda e falava para o Valente: ta vendo essa bunda, é só minha, por tirar a cadelinha da chuva, e então ela ria; e outras do tipo quando eu a pegava de quatro falava que ia comê-la igual aos cachorros, que era para ela imaginar que era uma cadelinha no cio, e assim o tempo foi passando, cada vez mais eu trazia o assunto de cachorro transando, só para ir acostumando ela, sem que ela percebesse. Um belo dia, estava de novo transando no sofá da sala, mas eu já havia deixado a porta aberta na maldade, eu estava comendo o cuzinho dela, bem devagar, pois ela reclamava muito de sexo anal, eu estava por baixo e ela deitada sobre meu corpo de costas para mim, com o rosto virado para o sofá; já havia introduzido todo meu pinto dentro do rabinho dela e não estávamos nos movimentando por causa da dor, até poder acostumar, então comecei a tocar no seu grelinho e masturbá-la, ela começava a gostar e se movimentar aos poucos, quando entrou sorrateiramente o Valente e veio direto na buceta dela e socou o nariz gelado, ela gritou com ele para sair, mas como ela estava tomada pelo tesão, pedi a ela que o deixasse lamber sua vagina, que não havia mal nenhum em ele passar a língua; ela deu uma risada e me chamou de sacana, abrindo bem as pernas logo depois, o Valente instigado pelo cheiro do sexo dela, começou a lambê-la com sua língua áspera, então ela comentou: não é tão ruim e deu risada. Eu para esquentar mais as coisas, abri a buceta dela com as mão para facilitar o trabalho do cachorro, Carla (minha mulher), começou a dar sinais de que iria gozar, então grudei minha boca na orelha dela e comecei falar em seu ouvido e a incentivá-la a gozar bem forte, não deu outra, ela começou a tremer e gritar e gozou prolongadamente com meu pau enterrado no seu anus e a língua do Valente lambendo sua xoxota, e é claro que eu aproveitei para estocar com força dentro dela e gozar fartamente. Terminada a transa, comecei a brincar com ela e dizer: você acha justo você e eu gozarmos e deixar o cachorro na vontade? ela ria e dizia: você não quer que eu fique de quatro e dê para ele, né?. Passado aquele dia, as brincadeiras aumentaram, sempre eu comentava do cachorro em nossas relações, as vezes ela ria, as vezes fazia cara feia. Por sua vez, o Valente não podia vê-la de calcinha ou pelada, que já ficava com o pau de fora, e eu entrava com a brincadeira Tá vendo, agora ele quer tomar o meu lugar, quer fuder você também e ela ria, inclusive um dia vez uma brincadeira, mas sem malícia e disse: qualquer hora eu dou para ele, só para acalmá-lo e nós demos risada. Fui levando nesse ritmo um bom tempo, de vez em quanto eu pedia para ela deixar nosso cachorro chupar ela de novo, até que virou uma rotina, pelo menos uma vez por semana ele lambia ela. Em um desses dias, estávamos transando, eu a comia de quatro enquanto o Valente olhava sentado, meio que eufórico, então retirei meu pinto de dentro dela e mandei o cachorro ir lamber, enquanto eu ajoelhei na sua frente e mandei ela chupar meu pau. Carla estava adorando, e ao mesmo tempo dava risadas da situação, até que o valente saltou para cima dela e começou a fazer movimentos de penetração, nesse momento ela virou o rosto para trás e mandou ele parar, porém não saiu da posição em que estava (de quatro), no mesmo momento eu puxei seu rosto de volta para frente e falei: deixa ele brincar um pouquinho, nunca transou, nem sabe penetrar, e foi você mesmo que disse para ele que iria acalmá-lo dando para ele; ela me olhou com uma cara de desaprovação e depois deu uma risada e falou: você quem sabe, pro seu governo ele já esta dentro de mim, mas se você não acha isso um absurdo eu vou deixar e eu acenei com a cabeça dizendo que sim. Valente estava possuído pelo desejo, estocava com tanta força, que ela não conseguia ritmar a chupetinha que estava fazendo, até que ela começou estava sentindo uma dor por dentro da vagina, na hora dei risada e falei: é claro, ele deve ter engatado em você. Falando isso, bateu um desespero em Carla , que tentou puxar seu corpo debaixo do Valente, mas não conseguiu, pois já havia grudado com ele. Me levantei e sentei no sofá, só apreciando a cena da minha esposa sendo feita de cadela para nosso mascote, aproveitei para fazer um monte de piadas, ela ficou meio sem graça, passada com a situação, chamei ela de cadela, cachorra, etc, mesmo assim ela tentava sair debaixo dele e não conseguia, pediu minha ajuda, mas eu disse a ela que era inevitável, só quando ele terminasse de gozar que desincharia o gomo dentro dela. Então ela me falou: ta satisfeito, agora sou obrigada a ficar grudada com um cachorro até quando ele quiser. A todo instante eu só ria e tentava acalmá-la, virei o valente de costa para ela e ficaram naquela cena característica, um de costas para o outro, sua vagina escorria os líquidos que ele soltava, com aquele cheiro forte. Então depois de acalmá-la, deitei no chão e pedi que continuasse a me chupar e eu comecei a roçar o grelinho dela, que foi entrando no clima e começou a gemer baixinho, então eu dizia: Ah ! ta gostando?, vai gozar com no pinto do Valente e ela respondia: não era o que você queria, agora vou ser amante dele. Aos poucos ela foi abrindo mais as pernas e pedindo para eu aumentar a ritmo no seu clitóris, eu não agüentei e gozei segurando sua cabeça, forçando ela a engolir meu esperma, passado uns minutinhos ela anunciou que iria gozar, então aumentei mais ainda o ritmo, e ela começou a gritar desesperada e gozou intensamente, ficando pendurada no pau do Valente, só com a bunda para cima. Depois de algum tempo, ela já estava impaciente com o animal, então ele começou a forçar seu corpo no sentido oposto, e ela só dizia que ele iria rasgar a buceta dela, até que o Valente desencaixou dela, saindo de sua vagina uma quantidade enorme de porra do cachorro. Ficamos observando o tamanho do mastro do Valente e não acreditamos que coube tudo aquilo na bucetinha dela. Hoje em dia transamos direto com ele, fazemos diversas posições, tem dia que chego do trabalho e ela esta engatada com ele na sala, dizendo que não agüentou me esperar, fico muito excitado com esse tipo de relação zoofílica, e agora mais do que nunca ela anda sempre de calcinha ou nua dentro de casa, tem dia que estamos brigados e só para me provocar, enquanto eu estou sentado no sofá sem falar com ela, ela vem, fica de quatro e o cachorro gruda com ela.
Conto enviado por e-mail.
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