Eu estava com o tesão à flor da pele, então comecei a excitar o Rambo. Ele aceitou e percebi que ele também estava, pois já faziam dois dias que não me papava, pois no final de semana não tivemos transa, veio um pessoal em casa visitar meus pais e ficaram até na Segunda-feira. Isso foi um martírio para mim e creio que para o Rambo também. Ter que esperar até na semana seguinte para termos um ao outro. Minha xaninha lateja, parecia que tinha vida própria. Estava cada vez mais lambusada e quente. Tinha que satisfazê-la, mas não tinha nada para poder acalmá-la. Me masturbar não, pois não gosto. Gosto de sentir algo em mim, bem lá dentro, no fundo. Aí ela começa a se acalmar. Minha mãe percebeu minha agitação no Domingo pela manhã. Eu estava um tanto ansiosa. Parecia uma eternidade aquele final de semana. Penso que vocês já passaram por isso, vendo-se obrigados a não fazer o que gosta por causa de visitas. Parece até que as horas não passam. Bom, mas, felizmente passou e finalmente chegou a Segunda-feira. Como estava dizendo, minha xaninha pulsava feito louca escondida na minha asa delta. Levei o Rambo para a área de serviço. Ele foi, só o que eu fiz foi chamá-lo. Me veio no pensamento fazer algo diferente. Ao invés dele trepar em mim, eu treparia nele. Pedi para ele deitar-se, ele entendeu e deitou-se do jeito normal. Eu peguei nas patas dele e coloquei ele de barriga para cima. Comecei a acariciar seu cassete. Não demorou e tudo estava tudo para fora. Aquele pênis de cachorro com seu cheiro característico de urina, mas muito saboroso. Em seguida começou a esguichar o líquido lubrificante. O cassete começou a ficar duro e engrossar maravilhosamente. Minha xaninha já tinha molhado até minha calcinha asa delta. Fiquei de pé, tirei a calcinha e comecei a sentar, pois se ficasse mais grosso e maior seria difícil o nó entrar. Comecei a rebolar e foi entrando. Senti o calor do seu cassete nas paredes da minha xaninha que ia engolindo com uma fome imensa. Quando chegou a vez do nó, tive que ajudar com a mão. Fui empurrando até que fez “ploc”, parecia que tinha pegado ar. A xaninha engoliu ele também. Eu rebolava em cima daquele cassete como uma verdadeira cadela e o cassete foi aumentando de tamanho, minha xaninha agüentando aquilo tudo sem reclamar, eu fui gozando, tendo orgasmos um atrás do outro, sem contudo chegar ao ponto alto do prazer. Tentei tirar o cassete de dentro de mim, não saía estávamos engatados. Rambo parecia nas nuvens. Mesmo deitado daquela maneira ele fazia os movimentos de vai e vem, só que com menos intensidade, ele estava por baixo. Depois que engatamos de fato, eu comecei a me deitar sobre ele. Rambo pesa sessenta e seis quilos, ele de pé nas patas traseiras é maior que eu. Fui me aconchegando em seu corpo, ele parecia entender o que eu queria. Estava de olhos fechados com as pernas bem abertas, isso quer dizer que meu cuzinho estava todo à mostra. Enquanto eu estava assim, olhos fechados, pernas abertas, eis que sem eu perceber meu amigo Pitoco entra na área de serviço, pela porta do fundo que estava aberta e eu não sabia. Começou a me cheirar, lambia meu cuzinho, isso me fez gozar mais umas vezes. E não é que ele resolveu participar da brincadeira!!!!!!!???? Começou a trepar nas minhas costas e eu não podia impedí-lo, pois eu estava já engatada com o Rambo. Pitoco começou a dar as sua estocadas e numa delas ele acertou meu cuzinho. Foi até à metade. Aí ele começou o vai e vem frenético, seu cassete foi engrossando, ele parou e forçou a entrado do nó. Eu tive que ajudar, se não ele me machucaria, pois ele esta empurrando com força e estava forçando o cassete do Rambo na minha xaninha. Empurrei seu nó e entrou tudo. Ele no vai e vem em cima e o Rambo no vai e vem embaixo e eu, pobrezinha, no meio dos dois machos da minha vida. Eu ia às nuvens e voltava junto com ele. Pitoco parou o vai e vem e virou-se, ficando bunda com bunda. Estávamos engatados também. Ficamos assim por uns trinta e cinco minutos. Quando senti, tanto no cuzinho, como na xaninha o líquido quente, a porra deles me inundando por completa. Aí eu cheguei de fato ao cume dos orgasmos. Gritei, gemi, rebolei nos dois cassetes. Estava alucinada, nunca tinha sentido tanto prazer em toda a minha vida. O primeiro a desgrudar de mim foi o Rambo, coitado, levou um banho de porra. Seu cassete amoleceu e deu espaço para a porra descer da xaninha. Logo em seguida, Pitoco também tirou seu cassete de dentro do meu cuzinho. Ah!!!!! Que maravilha. Que experiência. Pena que eu só consegui reuni os dois por acaso, nunca mais eu consegui. Tenho medo, pois dois cachorros juntos numa situação dessas é perigoso, mesmo eles se conhecendo. Só sei que gozei, gozei. Depois saí de cima do Rambo. Eles me limparam, lambendo tudo o que eles tinham derramado em minha xaninha e em meu cuzinho. Fiquei deitada uns quinze minutos, pois estava mole. Coloquei a calcinha e o short e fui tomar um delicioso banho. Sozinha dessa vez.
Conto enviado por e-mail.
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