Ia a polaca, mulherona farta, grande, com a trouxa de roupas sujas descendo a estradinha para o riacho quando, no pasto, observou o jegue do vizinho, não muito tranqüilo entre as touceiras de capim. Era manso, mas estava excitado e, por baixo da barriga do animal, ela notou o falo a balançar, entesar e bater no ar. O jegue olhou para ela, ruminou, e continuou olhando como se estivesse avaliando, a ela, como se fosse um pretendente. “Meu Santo Deus! Aquilo dever ter o tamanho de um braço de homem ” - pensou, colocando a trouxa de roupas sujas no chão e esquecendo-se por um momento de seus afazeres. Tinha a tarde toda para lavar as roupas no riacho e o marido estava no cafezal, do outro lado do sítio, bem distante.
Lembrou-se da noite de núpcias, ao olhar o ridículo membro sexual do marido com o qual teria de conviver pelo resto da vida e esboçou um riso nervoso. Mentalmente classificou-o de “coisinha insignificante”. Ao longo da vida acabou conformando-se, pois um homem não é só sua pica, mas também aquele que lhe proporcionava a alimentação..
O jegue continuava a olhar para ela, e parecia se exibir fazendo o falo esticar, pulsar e alcançar quase a metade do espaço entre suas pernas dianteiras e traseiras.
A polaca aproximou-se da cerca de arame farpado e avaliou o objeto detalhadamente. Usava uma saia muito franzida, colorida, larga como uma tenda e - dentro da calçola - o odor da boceta em chamas era abundante. Sentiu os bicos dos seios enrijecerem como se estivessem cheios de leite.
Ergueu a barra da saia, levantou o tecido até a altura dos melões, digo, dos seios e o odor do seu sexo atravessou a cerca antes dela. Chegou até o jegue.
O animal relinchou, arreganhou os beiços, mostrando as fileiras de dentes brancos e o cacete empinou novamente, trepidou e sua ponta inchou de tal forma que a polaca recuou um pouco, mas não tanto que o espantasse. Parecia mesmo que ele queria fodê-la! “Como pode uma coisa dessas estar acontecendo?!” Pensou excitada, os dedos da mão direita apalpando a larga racha que possuía entre as coxas gordas, brancas.. Certa de que ninguém a observava, retirou as calçolas que a atrapalhavam no ato de masturbar-se e jogou-as, através da cerca, em direção ao jegue. O animal aproximou-se, cheirou, relinchou novamente e começou a mastigar o tecido enquanto da chapeleta do membro expelia um fio longo e grosso de líquido sexual.
A polaca olhou para aquela manifestação fascinada e sua mente imaginou campos cobertos de girassóis russos que enfeitaram sua juventude.. Um rápido retrospecto da infância, quando enfiava taludos pepinos na própria racha e se contentava com eles.
Entre curiosa e excitada, ela atravessou a cerca, rasgando a saia no arame farpado, aproximou-se de uma moita de capim e o jegue seguiu-a de pronto.
Segurando-o pela corda que o mantivera preso, momentos antes de se soltar e vagar pelos pastos em busca de uma companheira, já que estava no cio, a polaca guiou-o para dentro da moita mais acolhedora. Imediatamente agachou-se por baixo da barriga do animal. Bastou que segurasse com as duas mãos o membro do jegue para que ele se movesse como no ato do coito. Relinchou tão alto que ela se assustou, olhou o chapelão que se abria no final do membro e calculou se aquilo entraria ou não... Já não conseguia mais raciocinar direito. Necessitava daquilo. Era vasto em circunferência, mas não tão duro que pudesse machucá-la irremediavelmente. O desejo intenso de ser fodida por um caralho daquele porte a dominou repentina e completamente.
“Qualquer polaca que já pariu três vezes pode agüentá-lo”, aconselhou-se ela e postou-se de quatro embaixo do jegue, a gorda bunda alva arrebitada em direção ao cacete pegajoso de gosma. Passou a mão nele e imaginou que, pela posição em que se encontrava, mesmo que ele arremetesse tentando enfiar-lhe tudo aquilo, não conseguiria, pois ela poderia escapar pela frente, desalojando-o segundo suas necessidades.
Com o rosto colado no chão, observou o trabalho incansável das formigas, enquanto esfregava lentamente a ponta do caralho entre as fatias gordas da própria boceta e suspirou de ansiedade ao notar as cuspidas de gosma que saltavam e escorriam-lhe pelas coxas. “Meu Deus! Parece até que está mijando em mim... mas não é mijo... mijo não é gosmento assim... isso deve ser pra facilitar a entrada...” calculou, assanhada, ao sentir que o chapelão resvalava , recuava, tentava introduzir-se, enquanto o animal escoiceava sobre ela, tentando empurrar tudo dentro da vagina ampla como um salão de baile. Mas o cacete escorregava para cima e batia em suas costas, no rego da bunda. Procurou acomodar-se melhor. Abriu bem o vão das coxas, projetou as largas ancas mais para cima, sentindo que aquela posição facilitava as manobras para pressionar o chapelão macio contra a boca da boceta.
Após várias tentativas, num inesperado arremesso do jegue, a polaca sentiu que o membralhão havia encontrado o rumo e atolou-se até na metade dentro de sua gruta, arregaçando-a toda e o cabeção dele já não lhe pareceu tão macio quanto antes. “Puta que me pariu! Estou fodida!”, condoeu-se, ao perceber que o animal era mais inteligente que certos políticos e estivera esperando o momento certo para atacar traiçoeiramente. Ela agarrou o membro tentando desatolá-lo, mas o jegue parecia prever suas manobras e se antecipava, as pernas traseiras posicionadas de modo que ela não pôde evitar a introdução da pica quase inteira dentro do canal. Os arremessos eram certeiros, molhados e lisos como uma armadilha pegajosa.
Tentou escapar das investidas, engatinhando para frente, como havia planejado, mas percebeu que o chapelão havia inchado tanto que se tentasse sair dele, teria as portas da boceta arrebentadas. Agüentou firme e foi fodida exemplarmente pelo jegue, enquanto arquejava desesperada, embaixo dele. Então, sentiu um último arremesso e uma jorrada de esperma encheu-a completamente por dentro e vazou aos borbotões pelas bordas da xoxota, ensopando-lhe coxas, pernas e saia colorida.
Não chegou a alcançar o orgasmo, a polaca, porém ao sentir o membralhão diminuindo, escorregando para fora, deu-se por aliviada. “O do marido é bem menor, mas, pelo menos, ele espera eu gozar”, concluiu já se erguendo toda dolorida e sacudindo as saias meladas de gosma jumentícia. Depois caminhou com as pernas abertas, cambaleante, até a cerca, juntou a trouxa de roupas sujas e seguiu para o riacho. O jegue afastou-se da moita, com a corda a roçar pela grama, e bem mais adiante, encontrou um cavalo, amigo antigo:
- E aí? Que tem feito de bom?
- Acabo de foder uma espécie de égua meio esquisita...
- Foi bom pra ti?
- Muito larga. Deve dar mais que chuchu na serra...
-Tá difícil encontrar uma virgem hoje em dia - filosofou o cavalo...
Conto enviado por e-mail.
Lembrou-se da noite de núpcias, ao olhar o ridículo membro sexual do marido com o qual teria de conviver pelo resto da vida e esboçou um riso nervoso. Mentalmente classificou-o de “coisinha insignificante”. Ao longo da vida acabou conformando-se, pois um homem não é só sua pica, mas também aquele que lhe proporcionava a alimentação..
O jegue continuava a olhar para ela, e parecia se exibir fazendo o falo esticar, pulsar e alcançar quase a metade do espaço entre suas pernas dianteiras e traseiras.
A polaca aproximou-se da cerca de arame farpado e avaliou o objeto detalhadamente. Usava uma saia muito franzida, colorida, larga como uma tenda e - dentro da calçola - o odor da boceta em chamas era abundante. Sentiu os bicos dos seios enrijecerem como se estivessem cheios de leite.
Ergueu a barra da saia, levantou o tecido até a altura dos melões, digo, dos seios e o odor do seu sexo atravessou a cerca antes dela. Chegou até o jegue.
O animal relinchou, arreganhou os beiços, mostrando as fileiras de dentes brancos e o cacete empinou novamente, trepidou e sua ponta inchou de tal forma que a polaca recuou um pouco, mas não tanto que o espantasse. Parecia mesmo que ele queria fodê-la! “Como pode uma coisa dessas estar acontecendo?!” Pensou excitada, os dedos da mão direita apalpando a larga racha que possuía entre as coxas gordas, brancas.. Certa de que ninguém a observava, retirou as calçolas que a atrapalhavam no ato de masturbar-se e jogou-as, através da cerca, em direção ao jegue. O animal aproximou-se, cheirou, relinchou novamente e começou a mastigar o tecido enquanto da chapeleta do membro expelia um fio longo e grosso de líquido sexual.
A polaca olhou para aquela manifestação fascinada e sua mente imaginou campos cobertos de girassóis russos que enfeitaram sua juventude.. Um rápido retrospecto da infância, quando enfiava taludos pepinos na própria racha e se contentava com eles.
Entre curiosa e excitada, ela atravessou a cerca, rasgando a saia no arame farpado, aproximou-se de uma moita de capim e o jegue seguiu-a de pronto.
Segurando-o pela corda que o mantivera preso, momentos antes de se soltar e vagar pelos pastos em busca de uma companheira, já que estava no cio, a polaca guiou-o para dentro da moita mais acolhedora. Imediatamente agachou-se por baixo da barriga do animal. Bastou que segurasse com as duas mãos o membro do jegue para que ele se movesse como no ato do coito. Relinchou tão alto que ela se assustou, olhou o chapelão que se abria no final do membro e calculou se aquilo entraria ou não... Já não conseguia mais raciocinar direito. Necessitava daquilo. Era vasto em circunferência, mas não tão duro que pudesse machucá-la irremediavelmente. O desejo intenso de ser fodida por um caralho daquele porte a dominou repentina e completamente.
“Qualquer polaca que já pariu três vezes pode agüentá-lo”, aconselhou-se ela e postou-se de quatro embaixo do jegue, a gorda bunda alva arrebitada em direção ao cacete pegajoso de gosma. Passou a mão nele e imaginou que, pela posição em que se encontrava, mesmo que ele arremetesse tentando enfiar-lhe tudo aquilo, não conseguiria, pois ela poderia escapar pela frente, desalojando-o segundo suas necessidades.
Com o rosto colado no chão, observou o trabalho incansável das formigas, enquanto esfregava lentamente a ponta do caralho entre as fatias gordas da própria boceta e suspirou de ansiedade ao notar as cuspidas de gosma que saltavam e escorriam-lhe pelas coxas. “Meu Deus! Parece até que está mijando em mim... mas não é mijo... mijo não é gosmento assim... isso deve ser pra facilitar a entrada...” calculou, assanhada, ao sentir que o chapelão resvalava , recuava, tentava introduzir-se, enquanto o animal escoiceava sobre ela, tentando empurrar tudo dentro da vagina ampla como um salão de baile. Mas o cacete escorregava para cima e batia em suas costas, no rego da bunda. Procurou acomodar-se melhor. Abriu bem o vão das coxas, projetou as largas ancas mais para cima, sentindo que aquela posição facilitava as manobras para pressionar o chapelão macio contra a boca da boceta.
Após várias tentativas, num inesperado arremesso do jegue, a polaca sentiu que o membralhão havia encontrado o rumo e atolou-se até na metade dentro de sua gruta, arregaçando-a toda e o cabeção dele já não lhe pareceu tão macio quanto antes. “Puta que me pariu! Estou fodida!”, condoeu-se, ao perceber que o animal era mais inteligente que certos políticos e estivera esperando o momento certo para atacar traiçoeiramente. Ela agarrou o membro tentando desatolá-lo, mas o jegue parecia prever suas manobras e se antecipava, as pernas traseiras posicionadas de modo que ela não pôde evitar a introdução da pica quase inteira dentro do canal. Os arremessos eram certeiros, molhados e lisos como uma armadilha pegajosa.
Tentou escapar das investidas, engatinhando para frente, como havia planejado, mas percebeu que o chapelão havia inchado tanto que se tentasse sair dele, teria as portas da boceta arrebentadas. Agüentou firme e foi fodida exemplarmente pelo jegue, enquanto arquejava desesperada, embaixo dele. Então, sentiu um último arremesso e uma jorrada de esperma encheu-a completamente por dentro e vazou aos borbotões pelas bordas da xoxota, ensopando-lhe coxas, pernas e saia colorida.
Não chegou a alcançar o orgasmo, a polaca, porém ao sentir o membralhão diminuindo, escorregando para fora, deu-se por aliviada. “O do marido é bem menor, mas, pelo menos, ele espera eu gozar”, concluiu já se erguendo toda dolorida e sacudindo as saias meladas de gosma jumentícia. Depois caminhou com as pernas abertas, cambaleante, até a cerca, juntou a trouxa de roupas sujas e seguiu para o riacho. O jegue afastou-se da moita, com a corda a roçar pela grama, e bem mais adiante, encontrou um cavalo, amigo antigo:
- E aí? Que tem feito de bom?
- Acabo de foder uma espécie de égua meio esquisita...
- Foi bom pra ti?
- Muito larga. Deve dar mais que chuchu na serra...
-Tá difícil encontrar uma virgem hoje em dia - filosofou o cavalo...
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