Pessoalmente, jamais teria coragem de contar estes fatos. Mas aqui, no anonimato, posso extravasar meus segredos e dividi-los com tantas pessoas desconhecidas.
Eu tinha 8 anos de idade e no colégio que eu estudava tinha um colega que se chamava Jaime.
Certa ocasião, Jaime mostrou-me seu pau e eu fiquei admirado com o tamanho e a grossura do pau dele. Volta e meia eu pedia para o Jaime mostrar seu cacete para mim e ele ficava envaidecido com a minha admiração pelo seu pinto.
Até que num certo dia Jaime me convenceu a entrar num bosque que ficava próximo à escola e lá me deitou na grama, abaixou minha calça e carcou aquele pauzão na minha bunda virgem. Doeu para caralho.
Fui para casa com o cu ardido, doendo muito. Prometi a mim mesmo que nunca mais daria a bunda para ninguém.
Passados alguns anos, eu já rapaz, tive a segunda experiência homossexual. Havia brigado com a namorada e estava no ponto do ônibus quando passa um sujeito em um fusquinha, pára e me oferece carona. Aceitei, embarquei e fomos conversando animados. O cara começou a passar a mão na minha perna, pegou no meu pau, fez com que eu pegasse no pau dele. Acabamos parando num lugar escuro e eu sentei no pau dele. Entrou tudo na minha bunda mas o pau dele era pequeno e meio mole. Mesmo assim foi bom.
Passaram-se alguns anos. Eu já havia casado. Fizemos amizade com um casal. Passamos a nos visitar mutuamente. Com o tempo, criei uma intimidade com o marido (Gilson) a ponto de fazer certas confissões. Ele ficou sabendo, por exemplo, que eu gostaria muito de que minha mulher fodesse com outro homem. E claro, prontificou-se para realizar meu desejo, mas esta é outra história.
Acabei dando o rabo para o Gilson e comi o cu dele também. Fizemos muitas sacanagens juntos. Levamos minha secretária para o motel e comemos ela, fizemos dupla penetração.
O Gilson acabou mudando para o Estado de São Paulo. Nunca mais eu o vi.
Durante um bom tempo fiquei sossegado praticando sexo com mulheres. No entanto, depois de certo tempo, comecei a ter vontade de dar a bunda de novo. Acabei conhecendo um rapaz (Alex) que tinha uma loja de calçados. E já na primeira vez que conversamos ele me convidou para ir à sua casa. Quando ele tirou a roupa vi que seu pau era bastante grande e grosso. Fiquei com um enorme tesão quando vi. Chupei aquele pauzão gostoso. Lambi ele inteirinho.
Alex colocou a camisinha, passou um gel, deixou-me de quatro e tentou enfiar a jeba na minha bunda. Não agüentei. Não chegou nem a entrar a cabeça e eu desisti. A dor era insuportável.
Acabei comendo o Alex e fi-lo gozar chupando o seu pau.
Porém, o Alex não se conformou de não ter me comido e nem eu de não ter experimentado aquele cacete maravilhoso.
Na semana seguinte encontramo-nos novamente e, desta vez, eu não queria deixar de levar a pica do Alex. Falei a ele que, mesmo que eu dissesse para ele parar ele deveria enfiar a rola no meu cu. E foi o que aconteceu.
Alex jogou um colchão no chão, deitou-me de barriga para baixo, levantou-me pelas ancas, calçou meu corpo com uma almofada por baixo da barriga e deitou-se sobre mim.
Abriu minhas pernas, passou KI no meu rabo, besuntou a camisinha, direcionou a ponta do caralho para o meu cu e forçou um pouco. Tentei resistir. Ele não deixou. Forçou mais um pouco, senti muita dor e tentei escapar novamente. Nesse momento, ele forçou mais ainda e enterrou aquele pau enorme até o fundo. Gritei de dor. Doeu, doeu muito, mas foi acostumando e depois já não doía tanto. Foi a melhor tomada no cu que eu tive.
O Alex me fodeu mais algumas vezes. De vez em quando ainda nos encontramos. Em algumas ocasiões sou eu que como o rabo dele, mas geralmente quem toma na bunda sou eu.
Recentemente, conheci outro cara. Chama-se Edson. Dei a bunda duas vezes para ele. Não gostei muito. Tem o pau pequeno e fino. Meu cu ficou acostumado com o pau do Alex que é comprido (uns 20 cm) e grosso.
Pelo menos uma vez por mês eu tenho que levar pica. Como minha mulher, fodo às vezes com outras mas acostumei a levar no rabo e não fico mais sem homem.
Conto enviado por e-mail.
Eu tinha 8 anos de idade e no colégio que eu estudava tinha um colega que se chamava Jaime.
Certa ocasião, Jaime mostrou-me seu pau e eu fiquei admirado com o tamanho e a grossura do pau dele. Volta e meia eu pedia para o Jaime mostrar seu cacete para mim e ele ficava envaidecido com a minha admiração pelo seu pinto.
Até que num certo dia Jaime me convenceu a entrar num bosque que ficava próximo à escola e lá me deitou na grama, abaixou minha calça e carcou aquele pauzão na minha bunda virgem. Doeu para caralho.
Fui para casa com o cu ardido, doendo muito. Prometi a mim mesmo que nunca mais daria a bunda para ninguém.
Passados alguns anos, eu já rapaz, tive a segunda experiência homossexual. Havia brigado com a namorada e estava no ponto do ônibus quando passa um sujeito em um fusquinha, pára e me oferece carona. Aceitei, embarquei e fomos conversando animados. O cara começou a passar a mão na minha perna, pegou no meu pau, fez com que eu pegasse no pau dele. Acabamos parando num lugar escuro e eu sentei no pau dele. Entrou tudo na minha bunda mas o pau dele era pequeno e meio mole. Mesmo assim foi bom.
Passaram-se alguns anos. Eu já havia casado. Fizemos amizade com um casal. Passamos a nos visitar mutuamente. Com o tempo, criei uma intimidade com o marido (Gilson) a ponto de fazer certas confissões. Ele ficou sabendo, por exemplo, que eu gostaria muito de que minha mulher fodesse com outro homem. E claro, prontificou-se para realizar meu desejo, mas esta é outra história.
Acabei dando o rabo para o Gilson e comi o cu dele também. Fizemos muitas sacanagens juntos. Levamos minha secretária para o motel e comemos ela, fizemos dupla penetração.
O Gilson acabou mudando para o Estado de São Paulo. Nunca mais eu o vi.
Durante um bom tempo fiquei sossegado praticando sexo com mulheres. No entanto, depois de certo tempo, comecei a ter vontade de dar a bunda de novo. Acabei conhecendo um rapaz (Alex) que tinha uma loja de calçados. E já na primeira vez que conversamos ele me convidou para ir à sua casa. Quando ele tirou a roupa vi que seu pau era bastante grande e grosso. Fiquei com um enorme tesão quando vi. Chupei aquele pauzão gostoso. Lambi ele inteirinho.
Alex colocou a camisinha, passou um gel, deixou-me de quatro e tentou enfiar a jeba na minha bunda. Não agüentei. Não chegou nem a entrar a cabeça e eu desisti. A dor era insuportável.
Acabei comendo o Alex e fi-lo gozar chupando o seu pau.
Porém, o Alex não se conformou de não ter me comido e nem eu de não ter experimentado aquele cacete maravilhoso.
Na semana seguinte encontramo-nos novamente e, desta vez, eu não queria deixar de levar a pica do Alex. Falei a ele que, mesmo que eu dissesse para ele parar ele deveria enfiar a rola no meu cu. E foi o que aconteceu.
Alex jogou um colchão no chão, deitou-me de barriga para baixo, levantou-me pelas ancas, calçou meu corpo com uma almofada por baixo da barriga e deitou-se sobre mim.
Abriu minhas pernas, passou KI no meu rabo, besuntou a camisinha, direcionou a ponta do caralho para o meu cu e forçou um pouco. Tentei resistir. Ele não deixou. Forçou mais um pouco, senti muita dor e tentei escapar novamente. Nesse momento, ele forçou mais ainda e enterrou aquele pau enorme até o fundo. Gritei de dor. Doeu, doeu muito, mas foi acostumando e depois já não doía tanto. Foi a melhor tomada no cu que eu tive.
O Alex me fodeu mais algumas vezes. De vez em quando ainda nos encontramos. Em algumas ocasiões sou eu que como o rabo dele, mas geralmente quem toma na bunda sou eu.
Recentemente, conheci outro cara. Chama-se Edson. Dei a bunda duas vezes para ele. Não gostei muito. Tem o pau pequeno e fino. Meu cu ficou acostumado com o pau do Alex que é comprido (uns 20 cm) e grosso.
Pelo menos uma vez por mês eu tenho que levar pica. Como minha mulher, fodo às vezes com outras mas acostumei a levar no rabo e não fico mais sem homem.
Conto enviado por e-mail.











