Eu servia o tiro de guerra aqui na minha cidade e havia pego um plantão de 36 horas com mais cinco companheiros. Para fazer a guarda do quartel revezávamos em dupla e eu e meu amigo Airton, um jovem negro magrinho e baixo, fomos designados para fazer a guarda entre a meia noite e duas da manhã.Como em um quartel de cidade do interior não tivéssemos que ter muitos cuidados, eu e Airton ficamos batendo papo para passar o tempo.A conversa se encaminhou para assuntos de mulheres e como na época eu estivesse transando com uma garota muito bonita falei sobre ela com meu amigo.Ele se mostrou um pouco entristecido e quando eu quis saber o porquê ele me disse que nunca havia transado e não porque não conquistasse garotas mas sim porque elas sempre se recusavam a transar ao ver o tamanho do seu pau que era muito grande. Ao ouvir isso um frio percorreu meu corpo, senti meu rosto esquentar e minha boca se encheu de saliva que engoli com dificuldade.(quando garoto eu costumava olhar para o pau dos garotos maiores quando eles urinavam e sentia vontade de ter um deles dentro de mim, mas calei esse desejo pois via como os garotos "viadinhos" na minha época sofriam humilhações e perseguições; assim aprendi a gostar de garotas e sempre tive uma vida sexual muito boa com elas); mas agora ouvindo o Airton aquele desejo sufocado deu sinais de vida e ele percebeu pois me olhou com um ar malicioso e perguntou se eu queria ver seu pau.è claro que não respondi.Que é isso, eu acho que você ta a fim.Mas eu nunca fiz isso. Mas tem vontade, eu estou percebendo. Vamos, assim você me serve e eu lhe sirvo e ninguém precisa saber.Enquanto falava ele tirou o pau para fora da calça e o que eu vi era inacreditável.O pau de Airton era enorme, mesmo mole devia ter uns 18 cm. Pega.Ele disse.E eu sei dizer mais nada levei uma das mãos e agarrei o pau; apertei, puxei depois a outra mão e enchi as duas maravilhado, logo começou a crescer e eu um pouco assustado o larguei.Airton começou a tirar o seu coturno e em completo silêncio eu o segui. Tirei meu coturno, minha calça e cueca ficando nu da cintura para baixo.fiquei em pé junto à janela de observação da guarita,abri as pernas e dobrei os joelhos ficando com a bunda bem empinada. Airton já nu veio por trás e me agarrou, sua vara já estava quase totalmente dura e o tamanho era de assustar, ele se esfregou em mim, me agarrou, e eu sentia seu membro batendo em minhas costas.Depois ele se agachou e pediu que eu abrisse bem minha bunda, obedeci e fiquei com o cuzinho bem arreganhado; então ele deu uma cuspida certeira que atingiu em cheio meu cu que eu contrai e engoli a saliva depois ele ficou em pé cuspiu na cabeça do seu mastro e encostou no meu buraquinho começando a forçar com carinho,senti a pontinha da cabeça se alojar encontrando o caminho, ele me agarrou com força e empurrou fazendo a cabeça entrar de uma vez. Meus joelhos arquearam, a dor era insuportável, como eu estivesse abrindo minhas nádegas cravei a unha com força em minha pele e só não cai porque estava com o peito apoiado no parapeito da janela.Escorreram lagrimas dos meus olhos e o meu cu parecia que ia se desfazer.Percebendo meu sofrimento ele fez menção de tirar, mas num impulso eu agarrei aquele imenso pau negro mau conseguindo fechar a mão e com um fiapo de voz disse: Tudo, agora eu quero tudo.Ele molhou bem o dedo com saliva e acariciou meu anel, deu uma cuspida no pau e voltou a empurrar, aquela rola parecia que não acabava, a cada pedaço que entrava parávamos para recuperar as forças, eu não controlava meu corpo, todo ele tremia. Até que finalmente eu sinto os pelos de seu pênis roçarem minhas costas e parecia que seu pau ocupava todo o meu corpo. Ele tentou começar a mexer mas eu não suportei a dor, ficamos parados por um tempo então comecei a comprimir as paredes do meu cu e soltar e ele fazia seu enorme cacete pulsar em mim, isso foi nos dando um imenso prazer, nos deixando umedecidos e ele pode começar a se movimentar tirando e enterrando seu cacete negro em mim com muita calma e cuidado, eu sorria, chorava, dizia frases sem sentido e aproveitava cada segundo daquela loucura. A cabeça do pau de Airton parecia tocar o mais fundo que havia em mim me causando espasmos até que ele para, me agarra com extrema força e despeja todo o seu liquido no meu cu, foi como tocar de leve a morte tamanho o gozo que experimentei.Enfim nos vestimos e voltamos aos nossos postos, como prometido não falamos mais nisso nem entre nós. Eu nunca quis repetir aquele experiência porque ela foi única e especial e sem que nenhuma outra lhe faria frente.
Conto enviado por e-mail.
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