Página Inicial Gays O doutor e o chapa

O doutor e o chapa

Eu tinha trinta anos, havia terminado os meus estudos e ele estava num boteco, sozinho e lutando com dificuldades já que, desempregado, ganhava algum, dia sim, dia não, trabalhando como carregador na olaria da Vila Prudente. Era o período em que o Collor resolveu seqüestrar o dinheiro dos brasileiros e uma grande desesperança abateu-se sobre os trabalhadores do país.
O amigo que me apresentou-o, garantiu que o João Ceará tinha aquilo que eu tanto apreciava, pois já o havia observado num momento de descontração entre um banho após o dia de trabalho pesado na olaria. “Tão grosso quanto o próprio punho dele...” garantiu-me. Eu não acreditei, mas fiquei curioso para checar se dizia a verdade. Foi preciso mais uma dose de conhaque e várias promessas para convencê-lo a se exibir longe da vista dos outros, ali dentro do mitório do boteco mesmo. Relutante a princípio, mostrou-se por fim e eu fiquei boquiaberto ante a sua compleição. Mulato, escuro, forte e bem distribuídos os músculos de trabalhador braçal e reticente nas conversas.
Falava muito pouco e parecia observar curioso o modo como eu acariciava religiosamente a sua caceta, realmente tão grossa quanto o seu punho, mesmo não estando excitado. Porém, deve ter apreciado a agradável sensação de meus dedos macios trabalhando sobre o prepúcio desenrolado, ajoelhado no chão do mitório onde tentei chupá-lo. A reação foi imediata, e tive quase a certeza de ser o primeiro a lhe prestar tal homenagem. Três beijos, os lábios distendidos ao máximo e alguns movimentos rápidos usando as duas mãos. Isto bastou para que suas pernas se estremecessem, o arrepio percorresse todo o seu corpo e uma onda de prazer fizesse o cacetão se distender ao ponto máximo, exibindo toda a sua magnitude. Porém disse que havia gozado horas antes de nos encontrar, e eu sugeri que se guardasse por uma semana sem gozar, e lhe pagaria uma boa soma para me alimentar fartamente. Demonstrou reação de estranheza, depois concordou, como se o pedido fosse apenas uma encomenda comum, de um trabalho simples e corriqueiro. Passei-lhe meu número de celular.
Esse dia demorou a chegar, esperei ansioso, até o telefone tocar e a voz do João Ceará avisou-me que estava “pronto” pela quantia de cem reais, logicamente.
Combinamos que o encontraria na frente da Loja Santo Antonio, às dez da noite, naquele sábado. Logo que o carro estacionou percebi o vulto alto se afastar do poste iluminado onde estivera encostado e se aproximando da janela, perguntou se estava tudo bem. Eu dirigi tranquilamente até um local completamente desabitado numa estrada que fica a cinco quilômetros do velho matadouro, já na zona rural.. Não senti receio, pois certos homens nos passam a certeza de que são realmente trabalhadores desempregados e sem maldade. Foi assim desde o primeiro momento em que o vi. Não era um desses malandros traiçoeiros, conforme me confidenciou o amigo e isso era evidente nos seus modos, na sua conversa. A noite não estava de todo escura porque a lua cheia clareava a estrada e o mato que a rodeava. Ele desceu do carro e afastou-se um pouco para dar uma mijada, logo voltou e ficou encostado ao carro enquanto eu me ajoelhava aos seus pés.
Aberta as braguilhas das calças pude segurar o membralhão, mole ainda e ele avisou-me, meio constrangido, a principio:
- Não sei se vou conseguir, doutor... só trepo com mulheres mesmo...nunca “fisso” isso antes....
- Não se preocupe com isso, querido.... Eu sei como levantar essa coisa.... gemi já me preparando para encorajá-lo.
Eu mesmo providenciei para que as bolas peludas se destacassem embaixo do pênis e eu pudesse trabalhar como gostava. Depois abri desmesuradamente a boca e engoli o caralho até sua metade . Minha boca ficou completamente cheia.
Permaneci com ele dentro da boca, agasalhando-o carinhosamente, a língua resvalando pelos contornos do cabeção e então me afastei encantado:
- Nossa! Que pintão cheiroso, João! Há quanto tempo não o lava?!
- Uma semana, mais ou menos, doutor... Como o senhor pediu... O doutor gosta de sebo, é?! E ao perguntar senti que a pissona estava se distendendo, inchando, engrossando e logo alcançou o inimaginável tamanho, grossa como o seu punho! Eu arregacei o prepúcio e olhei os pontos de esmegma que guarneciam o cabeção imenso:
-Adoro, João... Não ocorre com todos os caralhos que vejo, mas o seu, tem um cheiro tão másculo que... adoro! Permite que eu o limpe completamente?
Em resposta ele arregaçou a ponta do pênis e apresentou a cabeçona ( não é força de expressão – de fato, a cabeça daquela pica era a maior de todas que já havia chupado nos meus vinte anos de prática). Humildemente comecei o meu trabalho, lambendo a pele túrgida, marrom, revolvendo com a ponta da língua o sebo mais abundante que se acumulara ao redor da aba e sobre as dobras do prepúcio.
- Puta que o pariu! Espantou-se ele ao observar meus esforços: Nunca pensei que alguém gostasse tanto de chupar um cacete assim! Nem uma puta é tão safada, doutor!
Eu sorri ao ouvir o elogio e tive a certeza de que ele estava cada vez mais tesudo...Pedi-lhe que não gozasse ainda, pois precisava engolir pelo menos toda a cabeçona várias vezes, antes de me alimentar. Assim, segurei-o pela base usando as duas mãos enquanto meus lábios chupavam fervorosamente aquela pontona rombuda, produzindo um ruído molhado e constante. Quem passasse por ali, a metros de distância, não teria dúvidas do que estava acontecendo.
-Vem vindo um carro lá adiante, doutor... Avisou ele.
Eu olhei e lá longe na estrada dois faróis anunciavam que alguém se aproximava. Que azar! Tive que redobrar meus esforços e rapidamente comecei a punhetear o cacetão, mantendo meus lábios colados no bico da cabeçona que já estava bem molhada. Mas ele se afastou impedindo que continuasse meus trabalhos, percebendo a iminente aproximação dos faróis. Entramos rapidamente no carro e seguimos por uma estrada vicinal, onde o movimento de carros era inexistente e dificilmente seriamos surpreendidos.
- Gostou de ser chupado, João? Diga a verdade...
-Caralho, doutor... Vou te contar... Nunca ganhei cem reais de modo tão fácil assim... Se subesse...
- Será que você consegue gozar sendo chupado? Eu lhe pago mais cem reais... Infelizmente aquele carro nos atrapalhou e não consegui chupar como gostaria... Foi tão rápido! Gostaria de ver se consigo engolir ele inteiro...
-Bem que estou precisando de uma grana extra, mas... Acho que vai ser difícil endurecer o bicho novamente....
Parei o carro embaixo de uma árvore grande, bem escondidos e descemos. Ele deixou-me manusear aquele pintão novamente flácido e eu pude estudar todas as suas particularidades, a grossura dele, mesmo mole, era impressionante e eu não conseguia cingi-lo com uma só mão. Ajoelhei-me entre suas pernas e comecei a beijá-lo desde os pentelhos negros até a larga cabeça. Como estava ainda flácido não era impossível enfiá-lo quase completamente dentro da boca e assim permanecei mamando longos momentos, massageando seus bagos pesados.
- Tá levantando... Continue, doutor.... Acho que o bicho tá gostando...observou ele radiante, com certeza pensando nos cem reais que ganharia a mais. Apliquei-lhe toda a força de meus lábios com tanta eficiência que logo o baita membralhão se distendeu, inchou , tornou-se tão volumoso como antes. Retirei-o da boca e apreciei-o ao luar: uns vinte e três centímetros de uma grossura impressionante, principalmente ao redor da glande alongada que brilhava lustrosa de saliva e pré-gozo ante meus lábios.
- Acho que mal consigo engolir ela inteira, gemi abrindo os lábios e passando-os ao redor dela para saborear os últimos resquícios de esmegma que teimavam em se esconder nas dobras do prepúcio. Depois disso, tentei várias vezes, adaptando-me ao tamanho e por fim consegui ficar com a boca estufada, os lábios presos atrás da aba suculenta.
-Minha nossa...que tamanho de pica! Você é do Ceará, mesmo, João? Exclamei fazendo uma pausa para respirar.
-Não, doutor.. Eu nasci foi no Sergipe... Depois mudamos pro Ceará... Quando a seca obrigou, vim pra cá...
-Bendita seca, João! Se não fosse por ela, não teria a oportunidade de chupar uma rola tão gostosa como as sua...brinquei.
Ele permaneceu muito sério e compenetrado observando meus lábios gulosos chupando ora na ponta, ora nos lados daquele cabeção cada vez mais túrgido.
-Alguma mulher já lhe chupou assim, João?
- Só uma vez... Uma prima lá na minha terra...
- Você chegou a meter nela?
- Que nada, doutor... Quando viu o tamanho, saltou de banda...
Aquela conversa deixava-me excitado, pois pensava em minha boca que conseguia engolir aquela chapeleta que assustara a prima...
Pedi-lhe então encarecidamente:
- Fode minha boca, João... Fode como se ela fosse uma boceta...espere, deixe-me preparar ....assim ..
Segurei a haste túrgida com as duas mãos formando com elas um túnel enquanto engolia o cabeção e me preparava para satisfazê-lo. Ele segurou minha cabeça e começou a mover-se fazendo a cabeçona entrar e sair e minha boca- parecia mesmo uma boceta faminta e suculenta, à medida que eu deixava a saliva se acumular dentro dela, tornando tudo melado e escorregadio. Ele parou de mover-se e começou a mover minha cabeça fazendo me chupá-lo e engolir a baba que me escorria queixo abaixo. Era tanta que eu quase me afogava, acho que ainda havia bastante sebo, misturado com saliva, uma gosma grossa e esbranquiçada visível sobre o cabeção, quando se desatolava.
Ele foi se tornando cada vez mais afoito, mais violento, a cabeçorra era empurrada com força até os limites suportáveis e eu estava sendo de fato fodido, não no cu, onde não o agüentaria, mas na boca, na minha boceta!
Então ouvi um gemido abafado, estremeceu as pernas e segurou fortemente minha cabeça, empurrou até a cabeçona esconder-se inteira e ejaculou, enquanto eu tentava engolir tudo sofregamente. Para meu espanto, a quantidade foi a maior que eu já havia conseguido e nem uma gota se perdeu! Desta vez eu sinceramente me surpreendi e fiquei com o estômago rebelado, cheio! Que horror! Parecia um cavalo!
Fiquei prostrado, observando-o subir as calças sobre as pernas magras e peludas. Deu uma chacoalhada no pintão, guardou-o dentro do calção de brim e ficou esperando que eu cuspisse o excesso de porra que não havia conseguido engolir.
Na volta, perguntou-me, algo esperançoso pelo dinheiro fácil:
-Valeu, doutor... Até que foi bom... Se quiser fazer isso outras vezes, é só me procurar...e guardou cuidadosamente as duas notas dentro do bolso da camisa de algodão desbotada.
-Bem que eu adoraria, João...mas não posso te pagar essa quantia...não sou tão rico e dinheiro, você sabe, está difícil de conseguir.
-Bom, a gente pode combinar...não precisa ser tudo isso...por cinqüenta eu deixo ... e garanto que daqui uma semana o baita vai estar até mais ...seboso...como o doutor gosta...
-Não me tente, João... Você sabe que não resisto a um cacetão bem ensebado e tão grosso como esse teu...
- E quer que eu fale a verdade, doutor? Tua boca é até melhor do que algumas bocetas que já fodi...
-Então estamos combinados, João... Até a próxima semana...
-Até a próxima, doutorzinho... Pode me apear naquele boteco onde a gente se conheceu...meu barraco fica perto dali.


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