Fui passar uns dias na casa de minha tia em Florianópolis, a pedido dela fui ao supermercado, ele era tão moço, o jovem que estava no caixa…
Tinha os cabelos curtos e vestia o uniforme do supermercado, devia ter seus 20 e pouquinhos anos, carinha de menino safado, tentava disfarçar mas percebi que não tirava os olhos do meu decote.
Eu olhei nos olhos dele, ele disfarçou, mas percebi um sorriso pervertido em sua face. Sorri de volta, olhei nos olhos e passei a língua em meus lábios, só para atiçar o menino.
Enquanto ele passava as compras, eu disfarçadamente passava a mão sobre meu decote, o que deixava o garoto doidinho…
Quando fui pagar, deixei meu cartão como número do meu celular no meio do dinheiro, ele olhou e guardou. Fui para casa.
Fiquei imaginando o que o garoto estava pensando enquanto olhava para mim, como ele deveria ser sem aquele uniforme que escondia todo seu corpo.
Mais a noite o celular toca, era ele…
- Alô?! Com quem eu falo?
- Com a Alice. Quem é?!
- Julio, o caixa do supermercado. Tudo bem?
- Tudo sim e você?! Pensei que não fosse me ligar…
- Agora estou bem melhor, fiquei o dia todo pensando na senhora.
- Hum… Senhora?! Melhor assim… Me encontre daqui 1 hora na frente do supermercado.
- Ah…eh… Sim senhora!
- Então um beijo.
E desliguei o telefone. Fui tomar um banho, deixei minha “menina” raspadinha, lisinha, coloquei uma lingerie preta, camisa de botões, uma saia preta e um scarpin preto.
Meu cabelo molhado deixava os ombros da camisa transparente, quando cheguei o Julio já me esperava, de longe parecia impaciente, usava uma calça jeans largada, camiseta e tênis…
O chamei meio de longe, de dentro do carro, ele se aproximou e eu disse: - Vem, entra aqui…
Ele meio sem jeito, entrou, me cumprimentou com um beijo no rosto, estava ansioso, meio ofegante, perguntou aonde iríamos.
Eu disse: A lugar nenhum…
Ele sem entender nada, ficou em silêncio, entrei no estacionamento do supermercado que ficava aberto, mesmo durante a noite, eram quase 23 horas, o cheiro daquele menino me deixava com mais vontade…
Parei o carro, ele perguntou: Mas aqui?!
Eu não respondi, subi em seu colo e o beijei, beijava com vontade, ele logo colocou as mãos em meu bumbum por cima da saia.
Beijava sua boca, que boca macia, sua barba por fazer roçava em meu pescoço, o que me deixava com muito tesão, beijava seus ouvidos, seu pescoço, o perfume dele era delicioso, que homem gostoso.
Ele abriu minha camisa, puxou o sutiã para o lado e abocanhou meu seio esquerdo, mamava gostoso, com vontade, depois o direito, disse que era pra outro não ficar com ciúmes, enquanto chupava um, acariciava o outro, beijava, mordiscava, chupava, que delícia de língua, eu ficava pensando nas maravilhas que essa língua poderia fazer em minha bucetinha.
Descemos do carro, ele estava estava com o cacete querendo rasgar a calça, falei pra ele encostar no carro, me abaixei e tirei aquele cacete da calça, que pau lindo, era grosso, do tamanho certo, nem enorme, nem pequeno, começei a punhetar para ele, ele gemia baixinho, passei seu pau em meus lábios úmidos, passava a língua na cabeçinha, fui abocanhando aos poucos devagar, beijava, passava a língua, punhetava, coloquei ele todo em minha boca, subia, descia, chupava com pressão, com força, subia, descia, ele estava quase gozando, parei…
- Ainda não meu garoto, vem aqui, vem me chupar…
Apoiei uma das pernas no pneu do carro, puxei a calcinha pro lado e disse: Vem!
- Sim senhora!
Beijou minhas pernas, começou no tornozelo e foi subindo, atrás dos joelhos, nas coxas, dentro das coxas e começou a me chupar, sua língua macia, deslizava em minha bucetinha, de baixo pra cima, do cuzinho até o clitóris, parava por lá, chupava gostoso, passava a língua no meu grelinho, me deixava louca, colocou um dedinho na minha bucetinha, pôde sentir o quanto eu estava molhada, seu dedo entrava e saia de dentro de mim enquanto sua língua me acariciava loucamente.
Não estava mais aguentando queria aquele cacete dentro de mim. Foi ai que me debrucei no capô do carro e disse: Vem, me come, vem me foder gostoso!
Ele abriu minha bundinha, colocou a cabecinha na portinha da bucetinha e foi entrando devagar, eu gemia, ele metia, foi entrando, metendo, até entrar tudo, me segurava na cintura com força e começou a entocar, entrava e saía, enquanto eu rebolava no seu cacete, metia devagar, metia rápido, metia de leve, metia com força, me puxou pelo cabelo enquanto entra e saia e disse:
- Tá gostoso minha senhora? Ahn? Quer mais?!
- Tá gostoso sim, agora pára de falar e mete, me fode todinha…
Ele obedeceu, metia com mais força, eu olhava para ele com a cara de não pára, e pedia: Mete tudo, me fode gostoso!
Socava a pica dentro de minha e ainda falava: Rebola na minha pica, vai minha senhora, rebola…
A lua e as estrelas brilhavam sobre nós, só se ouvia o som dos nossos corpos se chocando, os gemidos, o cheiro de suor, de luxúria…
Ele me virou, segurou minhas pernas e me ergueu, apoiada no carro ele metia enquanto eu estava com as pernas trançadas em seu corpo, agora podia olhar seus olhos, ver seu rosto cheio de tesão, nossos corpos estavam colados…
Entrava e saía com força, metia mais e mais rápido, sua respiração era forte, seu cheiro, sua barba roçando, me deixava mais louca, eu rebolava, pedia mais…
O cacete entrando e saindo da minha bucetinha, num ritmo louco, num encaixe perfeito, nosso último suspiro foi junto, me curvei para trás e ele para frente, pra perto de mim, segurei suas costas com força, marcando sua pele com minhas unhas, ele meteu, eu gemi alto, ele também, depois o silêncio, o som de nossa respiração ofegante…
Nós gozamos juntos, senti seu cacete pulsando, a porra me preenchendo mais ainda e ele sentiu minha bucetinha se contraindo, piscando nele…
Nos beijamos, ele acariciava meu rosto e ficamos ali sob a luz da lua, tendo ela e as estrelas como nossas testemunhas…
Conto enviado por e-mail.
Tinha os cabelos curtos e vestia o uniforme do supermercado, devia ter seus 20 e pouquinhos anos, carinha de menino safado, tentava disfarçar mas percebi que não tirava os olhos do meu decote.
Eu olhei nos olhos dele, ele disfarçou, mas percebi um sorriso pervertido em sua face. Sorri de volta, olhei nos olhos e passei a língua em meus lábios, só para atiçar o menino.
Enquanto ele passava as compras, eu disfarçadamente passava a mão sobre meu decote, o que deixava o garoto doidinho…
Quando fui pagar, deixei meu cartão como número do meu celular no meio do dinheiro, ele olhou e guardou. Fui para casa.
Fiquei imaginando o que o garoto estava pensando enquanto olhava para mim, como ele deveria ser sem aquele uniforme que escondia todo seu corpo.
Mais a noite o celular toca, era ele…
- Alô?! Com quem eu falo?
- Com a Alice. Quem é?!
- Julio, o caixa do supermercado. Tudo bem?
- Tudo sim e você?! Pensei que não fosse me ligar…
- Agora estou bem melhor, fiquei o dia todo pensando na senhora.
- Hum… Senhora?! Melhor assim… Me encontre daqui 1 hora na frente do supermercado.
- Ah…eh… Sim senhora!
- Então um beijo.
E desliguei o telefone. Fui tomar um banho, deixei minha “menina” raspadinha, lisinha, coloquei uma lingerie preta, camisa de botões, uma saia preta e um scarpin preto.
Meu cabelo molhado deixava os ombros da camisa transparente, quando cheguei o Julio já me esperava, de longe parecia impaciente, usava uma calça jeans largada, camiseta e tênis…
O chamei meio de longe, de dentro do carro, ele se aproximou e eu disse: - Vem, entra aqui…
Ele meio sem jeito, entrou, me cumprimentou com um beijo no rosto, estava ansioso, meio ofegante, perguntou aonde iríamos.
Eu disse: A lugar nenhum…
Ele sem entender nada, ficou em silêncio, entrei no estacionamento do supermercado que ficava aberto, mesmo durante a noite, eram quase 23 horas, o cheiro daquele menino me deixava com mais vontade…
Parei o carro, ele perguntou: Mas aqui?!
Eu não respondi, subi em seu colo e o beijei, beijava com vontade, ele logo colocou as mãos em meu bumbum por cima da saia.
Beijava sua boca, que boca macia, sua barba por fazer roçava em meu pescoço, o que me deixava com muito tesão, beijava seus ouvidos, seu pescoço, o perfume dele era delicioso, que homem gostoso.
Ele abriu minha camisa, puxou o sutiã para o lado e abocanhou meu seio esquerdo, mamava gostoso, com vontade, depois o direito, disse que era pra outro não ficar com ciúmes, enquanto chupava um, acariciava o outro, beijava, mordiscava, chupava, que delícia de língua, eu ficava pensando nas maravilhas que essa língua poderia fazer em minha bucetinha.
Descemos do carro, ele estava estava com o cacete querendo rasgar a calça, falei pra ele encostar no carro, me abaixei e tirei aquele cacete da calça, que pau lindo, era grosso, do tamanho certo, nem enorme, nem pequeno, começei a punhetar para ele, ele gemia baixinho, passei seu pau em meus lábios úmidos, passava a língua na cabeçinha, fui abocanhando aos poucos devagar, beijava, passava a língua, punhetava, coloquei ele todo em minha boca, subia, descia, chupava com pressão, com força, subia, descia, ele estava quase gozando, parei…
- Ainda não meu garoto, vem aqui, vem me chupar…
Apoiei uma das pernas no pneu do carro, puxei a calcinha pro lado e disse: Vem!
- Sim senhora!
Beijou minhas pernas, começou no tornozelo e foi subindo, atrás dos joelhos, nas coxas, dentro das coxas e começou a me chupar, sua língua macia, deslizava em minha bucetinha, de baixo pra cima, do cuzinho até o clitóris, parava por lá, chupava gostoso, passava a língua no meu grelinho, me deixava louca, colocou um dedinho na minha bucetinha, pôde sentir o quanto eu estava molhada, seu dedo entrava e saia de dentro de mim enquanto sua língua me acariciava loucamente.
Não estava mais aguentando queria aquele cacete dentro de mim. Foi ai que me debrucei no capô do carro e disse: Vem, me come, vem me foder gostoso!
Ele abriu minha bundinha, colocou a cabecinha na portinha da bucetinha e foi entrando devagar, eu gemia, ele metia, foi entrando, metendo, até entrar tudo, me segurava na cintura com força e começou a entocar, entrava e saía, enquanto eu rebolava no seu cacete, metia devagar, metia rápido, metia de leve, metia com força, me puxou pelo cabelo enquanto entra e saia e disse:
- Tá gostoso minha senhora? Ahn? Quer mais?!
- Tá gostoso sim, agora pára de falar e mete, me fode todinha…
Ele obedeceu, metia com mais força, eu olhava para ele com a cara de não pára, e pedia: Mete tudo, me fode gostoso!
Socava a pica dentro de minha e ainda falava: Rebola na minha pica, vai minha senhora, rebola…
A lua e as estrelas brilhavam sobre nós, só se ouvia o som dos nossos corpos se chocando, os gemidos, o cheiro de suor, de luxúria…
Ele me virou, segurou minhas pernas e me ergueu, apoiada no carro ele metia enquanto eu estava com as pernas trançadas em seu corpo, agora podia olhar seus olhos, ver seu rosto cheio de tesão, nossos corpos estavam colados…
Entrava e saía com força, metia mais e mais rápido, sua respiração era forte, seu cheiro, sua barba roçando, me deixava mais louca, eu rebolava, pedia mais…
O cacete entrando e saindo da minha bucetinha, num ritmo louco, num encaixe perfeito, nosso último suspiro foi junto, me curvei para trás e ele para frente, pra perto de mim, segurei suas costas com força, marcando sua pele com minhas unhas, ele meteu, eu gemi alto, ele também, depois o silêncio, o som de nossa respiração ofegante…
Nós gozamos juntos, senti seu cacete pulsando, a porra me preenchendo mais ainda e ele sentiu minha bucetinha se contraindo, piscando nele…
Nos beijamos, ele acariciava meu rosto e ficamos ali sob a luz da lua, tendo ela e as estrelas como nossas testemunhas…
Conto enviado por e-mail.











