Ola.. eu me chamo Amanda.... tenho 18 anos, sou morena branquinha, olhos verdes tenho 1,68, 56 kg, cabelos longos, seios de médios para grandes e tenho um rosto encantador. Vou contar pra vocês o que aconteceu comigo na semana passada. Quando lembro dou até risadas... Mais na hora fiquei tremendamente excitada.
Estava passando por uma praça perto da minha casa, nesse dia estava vestindo um vestido rosa clarinho bastante transparente, sem absolutamente nadinha por baixo, estava vestida assim, pois no dia anterior, eu assisti a um filme bastante erótico antes de dormir.... Acordei cheia de tesão. Resolvi ir à rua para comprar pão de manhã e fui trajada deste jeito sem me importar com nada. No caminho passei pela praça, lá havia cinco homens com idades um pouco avançada já eram bastante "coroas" jogando baralho.
Passei por perto deles e notei que eles pararam o jogo e começaram a me olhar me desejando. Eu notei a situação e um calor me subiu o corpo e logo fiquei molhada com o que estava ocorrendo. Resolvi mexer um pouco com a imaginação deles. Deixei que meu celular caísse no chão para poder abaixar e deixar a mostra minha bundinha e até minha xaninha. Um deles falou "vem ka filinha que eu vou te castigar um pouco", me levantei e fui ate eles com a cara amarrada, eles ficaram com um pouco de medo, e então eu com a maior carinha de putinha disse: vou ser a aposta do jogo, quem vencer vai me ter como troféu, eles então voltaram a partida para ver quem ficaria comigo. Nisso que eles voltaram a jogar eu notei que um ali era Jorge, pai de um amigo meu muito chegado. Fiquei vermelha, e temi pela situação por medo dele contar ao filho dele o que eu estava fazendo. Esse que era pai do meu amigo disse então: deu empate o jogo, todos venceram.
Como eu não sei jogar, não sabia se tinha dado empate mesmo. Jorge veio até meu ouvido e falou: como todos venceram, todos teriam direito ao premio se não o juiz ficaria sabendo e você sabe que o juiz é seu maridinho. Como não dava mais para voltar atraz aceitei. Um deles falou para irmos para casa dele que ele morava sozinho. Guardaram tudo e se deslocamos para lá. Chegando lá, o dono da casa mostrou para os outros vários comprimidos estimulantes. Já que alguns ali há muito tempo não faziam mais sexo. Todos se despiram, cada um tomou dois comprimidos e logo ficaram com o pau duro como uma pedra. Jorge mando que eu ajoelhasse e que chupasse todos os pintos que estavam ali apontados no meu rosto.
Comecei o trabalho chupando e com as mãos masturbando os outros e eles se revezaram. Fique quase uma hora só chupando todos os cinco paus. Até que Jorge me levantou me segurando pelos cabelos e me debruçou na mesa de jantar na sala. Como eu estava sem nada por baixo mesmo, eles só levantaram um pouco meu vestido e começaram. Eles fizeram fila e cada um por sua vez metia em minha xaninha. Um metia e os outros ficavam passando suas mãos em meu corpo, nos meus seios e também mandavam eu por seus pintos em minha boca. Ficaram nisso bastante tempo nesse revezamento, eu gemia muito, mais estava gostando disso tudo. Até que o dono da casa falou que merecia colocar na minha bundinha (é claro que eu não poderia o deixar comer minha bundinha, pois ainda estava machucada, e ainda doía muitíssimo, pelo Henrique ter metido com violência em mim), ele me segurou e começou a forçar no meu cuzinhu, eu consegui sair debaixo dele e lhe dei um tapa no rosto, ele então voltou a me debruçar na mesa e começou a meter ignorantemente na minha bucetinha, como o pau dele não era tão grande estava muito gostoso a sensação da quede prazer.
Ele não se controlou e gozou muito nas minhas costas, e logo depois dele gozar, não sei por que, acredito que ele devia estar sentindo muito prazer, ele me mijou toda. Aquela sensação me deu um pouco de repúdio de mim mesma. Mais excitou a todos eles que estavam vendo e logo falaram: se ele pode mijar em voce... Todos nós também queremos. Na hora falei que não, pois não era nenhuma puta vulgar a ponto disso, mais não adiantou muito falar, me ajoelharam e os três vieram para o feito, menos Jorge.
Eles me rodiaram e eu de joelhos no centro deles e começaram a mijar em mim. Me deram um banho dourado. Fiquei todinha ensopada, meu vestido rosa todo lindinho ficou todo mijado. Quando eles acabaram e saíram de perto de mim, me levantei e fui pegar uma toalha quando Jorge fala: todos fizeram o que quiseram e eu não vou não? Fiquei com muito medo dessa pergunta dele. Ele falou que era para eu ajoelhar e beber todinha a sua urina, falei que jamais faria isso, nem que eles me batessem. Enquanto discutia com Jorge um veio por traz de mim e me segurou me jogando para o chão. Me forçou a ficar ajoelhada e continuou a me segurar por traz e puxando meus cabelos. Jorge se posicionou na minha frente e disse: ela vai beber, e ela sabe muito bem porque ela vai beber. O medo me tomou conta novamente e resolvi obedece-lo.
Então ele começou a mijar em minha boca e eu comecei a beber, claro que não consegui com tudo, mais bebi tudo que meu estomago agüentou, ele falou que não era para eu vomitar, que ele sempre queria se lembrar de mim como um deposito de sua urina. Quando ele falou isso, senti muito repúdio de mim mesma. Me senti a Puta mais vagabunda e suja de todas, uma piranha de quinta categoria. Sequei-me um pouco com uma toalha tendo em vista que eu não tinha outra roupa. Jorge me deu uma carona até a minha casa, porque não tinha condições de eu caminhar desse jeito na rua. Chegando lá ele disse que esse segredo só ficaria entre nós seis, me pediu um beijo na boca e se despediu falando que tinha sido a melhor transa dele, até melhor do que com as putas que ele costumava se envolver de alguns bordeis.
Entrei em casa temendo que meu marido estivesse lá, mais para meu alivio ele ainda não tinha chegado. Ainda sentido nojo de mim, entrei no banheiro, vomitei muito e fiquei horas no chuveiro tentando me limpar e esquecer o que tinha ocorrido.
Conto enviado por e-mail.
Estava passando por uma praça perto da minha casa, nesse dia estava vestindo um vestido rosa clarinho bastante transparente, sem absolutamente nadinha por baixo, estava vestida assim, pois no dia anterior, eu assisti a um filme bastante erótico antes de dormir.... Acordei cheia de tesão. Resolvi ir à rua para comprar pão de manhã e fui trajada deste jeito sem me importar com nada. No caminho passei pela praça, lá havia cinco homens com idades um pouco avançada já eram bastante "coroas" jogando baralho.
Passei por perto deles e notei que eles pararam o jogo e começaram a me olhar me desejando. Eu notei a situação e um calor me subiu o corpo e logo fiquei molhada com o que estava ocorrendo. Resolvi mexer um pouco com a imaginação deles. Deixei que meu celular caísse no chão para poder abaixar e deixar a mostra minha bundinha e até minha xaninha. Um deles falou "vem ka filinha que eu vou te castigar um pouco", me levantei e fui ate eles com a cara amarrada, eles ficaram com um pouco de medo, e então eu com a maior carinha de putinha disse: vou ser a aposta do jogo, quem vencer vai me ter como troféu, eles então voltaram a partida para ver quem ficaria comigo. Nisso que eles voltaram a jogar eu notei que um ali era Jorge, pai de um amigo meu muito chegado. Fiquei vermelha, e temi pela situação por medo dele contar ao filho dele o que eu estava fazendo. Esse que era pai do meu amigo disse então: deu empate o jogo, todos venceram.
Como eu não sei jogar, não sabia se tinha dado empate mesmo. Jorge veio até meu ouvido e falou: como todos venceram, todos teriam direito ao premio se não o juiz ficaria sabendo e você sabe que o juiz é seu maridinho. Como não dava mais para voltar atraz aceitei. Um deles falou para irmos para casa dele que ele morava sozinho. Guardaram tudo e se deslocamos para lá. Chegando lá, o dono da casa mostrou para os outros vários comprimidos estimulantes. Já que alguns ali há muito tempo não faziam mais sexo. Todos se despiram, cada um tomou dois comprimidos e logo ficaram com o pau duro como uma pedra. Jorge mando que eu ajoelhasse e que chupasse todos os pintos que estavam ali apontados no meu rosto.
Comecei o trabalho chupando e com as mãos masturbando os outros e eles se revezaram. Fique quase uma hora só chupando todos os cinco paus. Até que Jorge me levantou me segurando pelos cabelos e me debruçou na mesa de jantar na sala. Como eu estava sem nada por baixo mesmo, eles só levantaram um pouco meu vestido e começaram. Eles fizeram fila e cada um por sua vez metia em minha xaninha. Um metia e os outros ficavam passando suas mãos em meu corpo, nos meus seios e também mandavam eu por seus pintos em minha boca. Ficaram nisso bastante tempo nesse revezamento, eu gemia muito, mais estava gostando disso tudo. Até que o dono da casa falou que merecia colocar na minha bundinha (é claro que eu não poderia o deixar comer minha bundinha, pois ainda estava machucada, e ainda doía muitíssimo, pelo Henrique ter metido com violência em mim), ele me segurou e começou a forçar no meu cuzinhu, eu consegui sair debaixo dele e lhe dei um tapa no rosto, ele então voltou a me debruçar na mesa e começou a meter ignorantemente na minha bucetinha, como o pau dele não era tão grande estava muito gostoso a sensação da quede prazer.
Ele não se controlou e gozou muito nas minhas costas, e logo depois dele gozar, não sei por que, acredito que ele devia estar sentindo muito prazer, ele me mijou toda. Aquela sensação me deu um pouco de repúdio de mim mesma. Mais excitou a todos eles que estavam vendo e logo falaram: se ele pode mijar em voce... Todos nós também queremos. Na hora falei que não, pois não era nenhuma puta vulgar a ponto disso, mais não adiantou muito falar, me ajoelharam e os três vieram para o feito, menos Jorge.
Eles me rodiaram e eu de joelhos no centro deles e começaram a mijar em mim. Me deram um banho dourado. Fiquei todinha ensopada, meu vestido rosa todo lindinho ficou todo mijado. Quando eles acabaram e saíram de perto de mim, me levantei e fui pegar uma toalha quando Jorge fala: todos fizeram o que quiseram e eu não vou não? Fiquei com muito medo dessa pergunta dele. Ele falou que era para eu ajoelhar e beber todinha a sua urina, falei que jamais faria isso, nem que eles me batessem. Enquanto discutia com Jorge um veio por traz de mim e me segurou me jogando para o chão. Me forçou a ficar ajoelhada e continuou a me segurar por traz e puxando meus cabelos. Jorge se posicionou na minha frente e disse: ela vai beber, e ela sabe muito bem porque ela vai beber. O medo me tomou conta novamente e resolvi obedece-lo.
Então ele começou a mijar em minha boca e eu comecei a beber, claro que não consegui com tudo, mais bebi tudo que meu estomago agüentou, ele falou que não era para eu vomitar, que ele sempre queria se lembrar de mim como um deposito de sua urina. Quando ele falou isso, senti muito repúdio de mim mesma. Me senti a Puta mais vagabunda e suja de todas, uma piranha de quinta categoria. Sequei-me um pouco com uma toalha tendo em vista que eu não tinha outra roupa. Jorge me deu uma carona até a minha casa, porque não tinha condições de eu caminhar desse jeito na rua. Chegando lá ele disse que esse segredo só ficaria entre nós seis, me pediu um beijo na boca e se despediu falando que tinha sido a melhor transa dele, até melhor do que com as putas que ele costumava se envolver de alguns bordeis.
Entrei em casa temendo que meu marido estivesse lá, mais para meu alivio ele ainda não tinha chegado. Ainda sentido nojo de mim, entrei no banheiro, vomitei muito e fiquei horas no chuveiro tentando me limpar e esquecer o que tinha ocorrido.
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