É apenas um apartamento por andar e eu (Manuela) moro no quinto enquanto Kátia, minha amiga, reside no andar abaixo do meu. Naquele dia, já estávamos há mais de quinze minutos na portaria e por problemas elétricos, toda a região estava sem energia.
Como não podia deixar de ser, a discussão maior era sobre o alto preço do Condomínio e, por negligência (ou seja, lá o que for), o gerador estava com defeito.
Não querendo mais ouvir e muito menos participar de toda aquela discussão, eu e Kátia resolvemos subir pelas escadas, mas com uma condição feita por mim: Eu ficaria no apê dela até a luz retornar, pois eu tenho pavor de escuro e não subiria um lance de degraus sozinha. Minha amiga disse que a energia poderia demorar muito para voltar e seria mais fácil ela me levar até meu andar e de lá retornar para o dela. Concordamos e começamos a “escalada” degrau a degrau. Todos os outros preferiram ficar aguardando na portaria, uns moravam muitos andares acima, outros eram idosos, mas a maioria queria ficar discutindo seus direitos que haviam ido junto com a energia elétrica, sabe-se lá pra onde...
Eu fui à frente e Kátia acompanhou-me. Não se enxergava um dedo diante da ponta do próprio nariz e logo após o terceiro lance de escada, um leve temor abateu-nos. Com seu bom humor, minha amiga disse:
- Você com essa camisetinha rosa e essa mini de jeans, deve estar com esses coxões todo à mostra!
- Não só as coxas amiga, deve estar aparecendo até a metade da minha bunda – retruquei em tom de brincadeira.
- Bom se tivesse luz, assim eu poderia estar admirando seu belo traseiro! – prosseguiu Kátia.
- Não sabia que você era chegada a uma bunda feminina amiga. Vá imaginando e se deliciando ai no escuro mesmo. – respondi entre sorrisos divertidos.
Foi quando senti a mão da minha amiga espalmada na minha bunda, apertando uma das nádegas e soltando-a, consecutivamente. Mesmo antes de qualquer tentativa de dizer algo, senti seu hálito quente no meu pescoço enquanto sua outra mão segurava meus cabelos. Virei o rosto na tentativa de fazer algum protesto e minha boca foi amassada com um ardente, longo e saboroso beijo, com direito a língua e tudo o mais. Se minha cabeça dava voltas tentando entender tudo aquela atitude, minhas pernas bambearam com o peso do tesão. Os bicos dos meus seios intumesceram, minha pele arrepiava-se quase convulsivamente, um fino zumbido ecoava dentro dos meus tímpanos. Eu correspondi ao beijo e meu corpo se entregou àquelas carícias femininas.
Kátia parecia saber bem o que fazer e me pareceu desejar aquilo a muito tempo, assim que pressentiu a minha entrega, a mão que segurava meus cabelos, já haviam feito meu corpo dar meia-volta e agora havia se juntado a outra e ambas apertavam minhas nádegas, enquanto uma de suas coxas adentrava, abrindo passagem entre as minhas e sua boca massageava meu pescoço, sugando-o, mordendo-o e passando a língua lascivamente cheia de saliva pela minha pele. Numa tentativa frustrante (graças a deus) eu perguntei num sussurro entrecortado de gemidos:
- E... hhuummm... se... aiiiii...alguém chegarrrrrrr?
Passando a mão por cima da minha bucetinha - Que entre na brincadeira, assim faremos um ménage. – respondeu descaradamente minha amiga, continuando com suas carícias, encoxando-me cada vez com mais vigor, esfregando sua coxa sobre minha calcinha. Eu estava entregue mesmo. Nunca havia feito nada com uma mulher, a não ser àquelas “brincadeiras” de crianças, e, aquilo tudo que estava acontecendo, não sei se pelo local inusitado, o perigo de alguém nos pegar, o cheiro daquela fêmea ou qualquer outro fator externo, me excitava muito e cada vez eu queria mais e mais...
Subitamente Kátia parou de lamber-me e abaixando-se arriou minha calcinha até os calcanhares. Enfiou a cara nas minhas pernas beijando-me seguidamente na bucetinha. Ouvimos um barulho de passos e assim que nos recompomos, um outro vizinho apareceu com um isqueiro aceso em uma de suas mãos.
Eu devia estar com toda a vergonha do mundo estampada na minha cara e sem saber como sair de tal situação.
Já que ele morava alguns andares acima dos nossos, ofereceu-se para ir iluminando os degraus até os nossos apartamentos. Eu quase entrei em pânico e soltei um berro com um NÃO bem pronunciado. Minhas calcinhas ainda se encontravam nos tornozelos e eu não poderia subir os degraus daquela maneira. Kátia, imaginativa e inteligente como senpre, agradeceu-lhe a gentileza, avisando que havia falado com o marido dela pelo celular um pouco antes e que ele já se encontrava na portaria e viria subindo pelas escadas para nos acompanhar. O senhor deu um sorriso e despediu-se, subindo e desaparecendo na escuridão.
Enquanto eu ainda buscava ar para respirar, senti a boca de Kátia na minha xota e sua língua subindo pela rachinha e tocando-me no grelinho excitado. Ela lambia e me beijava e ainda arrumava tempo para me ordenar para eu abrir minhas pernas, levantar uma delas, colocar sobre o corrimão e eu ia fazendo tudo o que ela mandava, sem ligar para mais nada apenas para nosso prazer.
Eu só não sabia se devia ficar atenta com algum som vindo das escadarias, com a altura dos meus gemidos ou em me apoiar no corrimão para não rolarmos escadaria abaixo. Senti as mãos de Kátia abrindo minha bunda e seus dedos percorrer, fantasiosamente, pelo meu reguinho de baixo pra cima, várias vezes e quando passava pelo meu buraquinho traseiro, eu trancava as nádegas em sinal de protesto e excitação, ao que ela perguntou-me quase sem tirar a boca da minha buceta:
- O que foi, não gosta que passem a mão no seu cuzinho?
Gemendo de tesão e cheia de vergonha, eu respondi que não era bem isso, é que não era muito chegada, não me excitava muito carícias ali naquela região, que tinha medo que doesse. E enquanto ia pensando nas “desculpas” para esconder minha virgindade anal, Kátia ia me beijando, me lambendo e virando-me até que quando dei por mim, estava de frente para a parede, com uma perna em cada degrau e com a cara da minha amiga enterrada dentro da minha bunda. Minha vizinha mandou que eu abrisse minhas nádegas com ambas as mãos e pude sentir sua língua molhada percorrndor meu reguinho de baixo pra cima, muitas vezes e demorando-se quando passava pelo meu cuzinho. Ali ficava rodeando o anel que piscava, enquanto minha buceta se contraía com força. Kátia meteu a mão por entre minhas pernas, enfiou o dedão dentro da minha xota enquanto que com o dedo-médio e o indicador, prendia, apertava e massageava meu grelinho, fazendo-me arrebitar a bunda e relaxando assim, o meu cu que logo sentiu a ponta da língua entrar e sair. Comecei a ter tremedeiras pelo corpo e entrei em fase de gozo total. Os meus AIIISSSSSssss foram abafados por uma das minhas mãos que havia soltado da minha nádega. Eu fui gozando e meus joelhos dobrando-se até sentar-me ao lado de Kátia, a qual, devido à total escuridão (a qual agradeci em silêncio) eu não conseguia ver, mas podia ouvir e sentir sua respiração apressada e o cheiro de sexo bem perto do meu rosto. Ela remexeu-se e logo depois ficou de pé dizendo-me:
- Agora querida, é sua vez de chupar meus buraquinhos.
Senti suas nádegas frias pelo mármore da escada, encostar-se em meu rosto quente de desejo, abri-as e enfiei o nariz em seu reguinho, subindo vagarosamente, passando pelo seu cuzinho, sentindo o odor peculiar, para logo após passar-lhe uma boa e longa linguada que a fez suspirar alto. Eu queria dar-lhe o mesmo prazer que ela havia me proporcionado.
Assim, usei a mesma forma de introdução vaginal que ela havia utilizado em mim, enquanto lambia seu cuzinho, que, acho eu por ter uso quase constante, deixava um bom pedaço de minha língua percorrer no seu interior. Meu pulso começou a doer depois de alguns minutos naquela posição, por isso, tirei o dedão de dentro dela e enfiei de uma só vez o dedo-médio e meu indicador naquela buceta quente e toda melada de gozo. Com os dedos lá no fundo eu os girava de um lado para ao outro, causando um frenesi na minha amiga que gostaria de me dizer um monte de coisas, mas, pelas circunstâncias, ficava me chamando de putinha descarada o tempo todo, enquanto eu a fodia com meus dedos sem parar, entrando, saindo e girando.
Kátia, ficando de frente pra mim, sussurrou me pedindo que eu chupasse seu clitóris sem tirar os dedos da sua buceta e enfiasse um no seu rabinho. Assim que nos ajeitamos, continuei fodendo a buceta dela com meus dedos, achei seu clitóris com minha boca e o prendi com meus lábios, passando a língua e sugando-o alternadamente enquanto procurava as escuras seu buraquinho traseiro. Tirei os dedos molhados de dentro de sua buceta e os troquei por dois da outra mão e com aqueles dois, alisei a portinha de seu cuzinho, assim que ela procurou com a bunda, empurrando-a para trás a ponta do meu dedo, imediatamente e de uma só vez enterrei-lhe os dois dedos melados pelo seu líquido vaginal até sentir os nós tocarem em suas nádegas. Ela ainda tentou fugir, mas não tinha como. Minha cara estava pregada na sua buceta, junto com dois dedos meus enfiados nela, atrás tinha mais dois dedos e a parede. Comecei a movimentar todos os dedos, os da frente e os de trás e dentro de poucos minutos, minha amiga passou a tremer e a gemer, procurando e encontrando (não sabia como até ver bem mais tarde a dentada em seu ombro) uma forma de abafar os gritos. Ela foi se acalmando e seu corpo foi descendo de encontro onde estava o meu, assim que sua bunda tocou o degrau, a luz acendeu e nós, rapidamente arrumamos as roupas, os cabelos e nos apressamos em subir os últimos lances de escada. Na porta do apartamento dela, dei-lhe um beijo e ela retribuiu-me com um sorriso e dizendo baixinho:
- Manú, ainda não terminamos por aqui. O anjo que vai te foder, quer esse seu cuzinho pra ele...
Conto enviado por e-mail.
Como não podia deixar de ser, a discussão maior era sobre o alto preço do Condomínio e, por negligência (ou seja, lá o que for), o gerador estava com defeito.
Não querendo mais ouvir e muito menos participar de toda aquela discussão, eu e Kátia resolvemos subir pelas escadas, mas com uma condição feita por mim: Eu ficaria no apê dela até a luz retornar, pois eu tenho pavor de escuro e não subiria um lance de degraus sozinha. Minha amiga disse que a energia poderia demorar muito para voltar e seria mais fácil ela me levar até meu andar e de lá retornar para o dela. Concordamos e começamos a “escalada” degrau a degrau. Todos os outros preferiram ficar aguardando na portaria, uns moravam muitos andares acima, outros eram idosos, mas a maioria queria ficar discutindo seus direitos que haviam ido junto com a energia elétrica, sabe-se lá pra onde...
Eu fui à frente e Kátia acompanhou-me. Não se enxergava um dedo diante da ponta do próprio nariz e logo após o terceiro lance de escada, um leve temor abateu-nos. Com seu bom humor, minha amiga disse:
- Você com essa camisetinha rosa e essa mini de jeans, deve estar com esses coxões todo à mostra!
- Não só as coxas amiga, deve estar aparecendo até a metade da minha bunda – retruquei em tom de brincadeira.
- Bom se tivesse luz, assim eu poderia estar admirando seu belo traseiro! – prosseguiu Kátia.
- Não sabia que você era chegada a uma bunda feminina amiga. Vá imaginando e se deliciando ai no escuro mesmo. – respondi entre sorrisos divertidos.
Foi quando senti a mão da minha amiga espalmada na minha bunda, apertando uma das nádegas e soltando-a, consecutivamente. Mesmo antes de qualquer tentativa de dizer algo, senti seu hálito quente no meu pescoço enquanto sua outra mão segurava meus cabelos. Virei o rosto na tentativa de fazer algum protesto e minha boca foi amassada com um ardente, longo e saboroso beijo, com direito a língua e tudo o mais. Se minha cabeça dava voltas tentando entender tudo aquela atitude, minhas pernas bambearam com o peso do tesão. Os bicos dos meus seios intumesceram, minha pele arrepiava-se quase convulsivamente, um fino zumbido ecoava dentro dos meus tímpanos. Eu correspondi ao beijo e meu corpo se entregou àquelas carícias femininas.
Kátia parecia saber bem o que fazer e me pareceu desejar aquilo a muito tempo, assim que pressentiu a minha entrega, a mão que segurava meus cabelos, já haviam feito meu corpo dar meia-volta e agora havia se juntado a outra e ambas apertavam minhas nádegas, enquanto uma de suas coxas adentrava, abrindo passagem entre as minhas e sua boca massageava meu pescoço, sugando-o, mordendo-o e passando a língua lascivamente cheia de saliva pela minha pele. Numa tentativa frustrante (graças a deus) eu perguntei num sussurro entrecortado de gemidos:
- E... hhuummm... se... aiiiii...alguém chegarrrrrrr?
Passando a mão por cima da minha bucetinha - Que entre na brincadeira, assim faremos um ménage. – respondeu descaradamente minha amiga, continuando com suas carícias, encoxando-me cada vez com mais vigor, esfregando sua coxa sobre minha calcinha. Eu estava entregue mesmo. Nunca havia feito nada com uma mulher, a não ser àquelas “brincadeiras” de crianças, e, aquilo tudo que estava acontecendo, não sei se pelo local inusitado, o perigo de alguém nos pegar, o cheiro daquela fêmea ou qualquer outro fator externo, me excitava muito e cada vez eu queria mais e mais...
Subitamente Kátia parou de lamber-me e abaixando-se arriou minha calcinha até os calcanhares. Enfiou a cara nas minhas pernas beijando-me seguidamente na bucetinha. Ouvimos um barulho de passos e assim que nos recompomos, um outro vizinho apareceu com um isqueiro aceso em uma de suas mãos.
Eu devia estar com toda a vergonha do mundo estampada na minha cara e sem saber como sair de tal situação.
Já que ele morava alguns andares acima dos nossos, ofereceu-se para ir iluminando os degraus até os nossos apartamentos. Eu quase entrei em pânico e soltei um berro com um NÃO bem pronunciado. Minhas calcinhas ainda se encontravam nos tornozelos e eu não poderia subir os degraus daquela maneira. Kátia, imaginativa e inteligente como senpre, agradeceu-lhe a gentileza, avisando que havia falado com o marido dela pelo celular um pouco antes e que ele já se encontrava na portaria e viria subindo pelas escadas para nos acompanhar. O senhor deu um sorriso e despediu-se, subindo e desaparecendo na escuridão.
Enquanto eu ainda buscava ar para respirar, senti a boca de Kátia na minha xota e sua língua subindo pela rachinha e tocando-me no grelinho excitado. Ela lambia e me beijava e ainda arrumava tempo para me ordenar para eu abrir minhas pernas, levantar uma delas, colocar sobre o corrimão e eu ia fazendo tudo o que ela mandava, sem ligar para mais nada apenas para nosso prazer.
Eu só não sabia se devia ficar atenta com algum som vindo das escadarias, com a altura dos meus gemidos ou em me apoiar no corrimão para não rolarmos escadaria abaixo. Senti as mãos de Kátia abrindo minha bunda e seus dedos percorrer, fantasiosamente, pelo meu reguinho de baixo pra cima, várias vezes e quando passava pelo meu buraquinho traseiro, eu trancava as nádegas em sinal de protesto e excitação, ao que ela perguntou-me quase sem tirar a boca da minha buceta:
- O que foi, não gosta que passem a mão no seu cuzinho?
Gemendo de tesão e cheia de vergonha, eu respondi que não era bem isso, é que não era muito chegada, não me excitava muito carícias ali naquela região, que tinha medo que doesse. E enquanto ia pensando nas “desculpas” para esconder minha virgindade anal, Kátia ia me beijando, me lambendo e virando-me até que quando dei por mim, estava de frente para a parede, com uma perna em cada degrau e com a cara da minha amiga enterrada dentro da minha bunda. Minha vizinha mandou que eu abrisse minhas nádegas com ambas as mãos e pude sentir sua língua molhada percorrndor meu reguinho de baixo pra cima, muitas vezes e demorando-se quando passava pelo meu cuzinho. Ali ficava rodeando o anel que piscava, enquanto minha buceta se contraía com força. Kátia meteu a mão por entre minhas pernas, enfiou o dedão dentro da minha xota enquanto que com o dedo-médio e o indicador, prendia, apertava e massageava meu grelinho, fazendo-me arrebitar a bunda e relaxando assim, o meu cu que logo sentiu a ponta da língua entrar e sair. Comecei a ter tremedeiras pelo corpo e entrei em fase de gozo total. Os meus AIIISSSSSssss foram abafados por uma das minhas mãos que havia soltado da minha nádega. Eu fui gozando e meus joelhos dobrando-se até sentar-me ao lado de Kátia, a qual, devido à total escuridão (a qual agradeci em silêncio) eu não conseguia ver, mas podia ouvir e sentir sua respiração apressada e o cheiro de sexo bem perto do meu rosto. Ela remexeu-se e logo depois ficou de pé dizendo-me:
- Agora querida, é sua vez de chupar meus buraquinhos.
Senti suas nádegas frias pelo mármore da escada, encostar-se em meu rosto quente de desejo, abri-as e enfiei o nariz em seu reguinho, subindo vagarosamente, passando pelo seu cuzinho, sentindo o odor peculiar, para logo após passar-lhe uma boa e longa linguada que a fez suspirar alto. Eu queria dar-lhe o mesmo prazer que ela havia me proporcionado.
Assim, usei a mesma forma de introdução vaginal que ela havia utilizado em mim, enquanto lambia seu cuzinho, que, acho eu por ter uso quase constante, deixava um bom pedaço de minha língua percorrer no seu interior. Meu pulso começou a doer depois de alguns minutos naquela posição, por isso, tirei o dedão de dentro dela e enfiei de uma só vez o dedo-médio e meu indicador naquela buceta quente e toda melada de gozo. Com os dedos lá no fundo eu os girava de um lado para ao outro, causando um frenesi na minha amiga que gostaria de me dizer um monte de coisas, mas, pelas circunstâncias, ficava me chamando de putinha descarada o tempo todo, enquanto eu a fodia com meus dedos sem parar, entrando, saindo e girando.
Kátia, ficando de frente pra mim, sussurrou me pedindo que eu chupasse seu clitóris sem tirar os dedos da sua buceta e enfiasse um no seu rabinho. Assim que nos ajeitamos, continuei fodendo a buceta dela com meus dedos, achei seu clitóris com minha boca e o prendi com meus lábios, passando a língua e sugando-o alternadamente enquanto procurava as escuras seu buraquinho traseiro. Tirei os dedos molhados de dentro de sua buceta e os troquei por dois da outra mão e com aqueles dois, alisei a portinha de seu cuzinho, assim que ela procurou com a bunda, empurrando-a para trás a ponta do meu dedo, imediatamente e de uma só vez enterrei-lhe os dois dedos melados pelo seu líquido vaginal até sentir os nós tocarem em suas nádegas. Ela ainda tentou fugir, mas não tinha como. Minha cara estava pregada na sua buceta, junto com dois dedos meus enfiados nela, atrás tinha mais dois dedos e a parede. Comecei a movimentar todos os dedos, os da frente e os de trás e dentro de poucos minutos, minha amiga passou a tremer e a gemer, procurando e encontrando (não sabia como até ver bem mais tarde a dentada em seu ombro) uma forma de abafar os gritos. Ela foi se acalmando e seu corpo foi descendo de encontro onde estava o meu, assim que sua bunda tocou o degrau, a luz acendeu e nós, rapidamente arrumamos as roupas, os cabelos e nos apressamos em subir os últimos lances de escada. Na porta do apartamento dela, dei-lhe um beijo e ela retribuiu-me com um sorriso e dizendo baixinho:
- Manú, ainda não terminamos por aqui. O anjo que vai te foder, quer esse seu cuzinho pra ele...
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