Eu não queria ir, mas meus amigos insistiram tanto que acabei indo. Baile de debutantes, quem ainda vai numa festa dessas ??? Achei que nem existiam mais !!! Mas eu fui. Chegamos tarde, já da metade para o fim do baile, mas lá estava ela, toda de branco, carinha angelical e gestos de menininha. Nos olhamos, e como se uma reação atômica se desencadeasse, andamos um de encontro ao outro sem desviarmos o olhar nem por um segundo. Nunca havíamos nos visto, mas quando a distância nos permitiu nos enroscamos num beijo “caliente” como se fossemos apaixonados desde sempre. Ela me olhou e disse que estava me esperando, e que queria sair dali para que eu a tornasse uma mulher completa. Como pode, não conhecia aquela garota e ela dizia estar esperando por mim. Peguei o carro e fomos em direção a cidade, que ficava afastada. Mas nosso desejo era maior que a paciência de esperar chegar em qualquer lugar. Parei o carro, saltamos para o banco traseiro e começamos a tirar um a roupa do outro, com tamanha volúpia que acabamos rasgando algumas peças. Completamente nus nos beijamos ao mesmo tempo em que nos esfregávamos um no outro, e enquanto nossas mãos exploravam nossos corpos. Saímos para fora do carro, bote-a deitada sobre o capô, e comecei a chupar aquela bucetinha doce, cheirosa e virginal, até que não agüentando mais ela se contorcesse num gozo entre choro e gemidos. Me posicionei rente ao para-choques e, na mesma posição em que ela se encontrava, puxei-a de encontro a mim, fazendo com que meu pau encostasse na entrada molhada e quente da sua grutinha. Calmamente fui forçando a entrada, até que pude sentir seu hímen romper ao mesmo tempo que ela soltava um pequeno gemido misto de dor e prazer. Enfiei todo meu pau e esperei alguns instantes para que ela se acostumasse com o volume da minha pica dentro dela, aí comecei um lento vai-e-vem. Não consegui contar o inúmeros orgasmos que ela teve antes que eu gozasse em seu rosto. Me deitei ao seu lado, no capô do carro, ela virou-se e, ainda mole e melado, pegou meu pau e meio sem jeito iniciou um boquete. Só de olhar aquela ninfeta fazendo sexo oral em mim, minha ereção voltou, parecendo mais intensa que a anterior. Ela então ficou de pé, apenas com seu tronco deitado sobre o capô e pediu quase numa súplica para que eu a comesse por trás. Fiquei de pé novamente, e posicionado atrás dela foi botando lentamente em sua bucetinha, que parecia mastigar meu pau, tamanha eram as contrações. Comecei a bombar por trás dela ao mesmo tempo em enfiei meu polegar em seu cuzinho, igualmente virgem. Num determinado momento, tonto de tanta tesão e desejo, tirei meu pau de sua buceta e num movimento rápido, vigoroso e preciso enterrei em sua bunda até quase enconstar meu saco. Ela soltou um urro seco de dor, mas logo a dor se transformou em prazer e começou a rebolar e falar palavras obscenas. Ficamos assim por um longo tempo, até que não me contendo mais gozei enchendo seu cuzinho com meu quente a abundante leite. Passado algum tempo e sem pronunciar uma palavra sequer, nos limpamos e nos vestimos e voltamos para o baile, que já estava quase no fim. Fomos direto ao salão onde dançamos abraçados. Ao terminar a música ela me olhou no fundo dos olhos, me agradeceu pela noite maravilhosa e se despediu, e eu sem entender nada do que estava acontecendo também me despedi. Voltei a mesa em que estavam meus amigos para saber se algum deles conhecia aquela menina da qual nem o nome eu sabia, porém não a vi mais para que pudesse mostrá-la à algum deles. Muito tempo já se passou e nunca soube quem era aquela menina com a qual tive minha melhor transa. Se alguém conhecer uma história parecida, mas contada por uma mulher me avise.
Conto enviado por e-mail.
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