Ano passado, trabalhava em minha casa uma menina, de 21 anos, muito gostosa, cheirosa, farta, e o principal: putona! Eu tinha 16 anos, sou moreno, gostoso, bem dotado, e estava de olho na Selma... Sempre fui atirado pro lado dela, ela dormia em minha casa e ia pra sua casa apenas os sabados e domingos... Era o período do carnaval em São Paulo, e eu estava assistindo o desfile das escola de samba pela televisão, deitado na minha cama, com a porta aberta, naturalmente, sem nenhuma intenção com Selma, que dormia no quarto ao lado...(Nunca tivemos exclusão com quem trabalha aqui, sempre tratamos todos bem...), mas meus pais haviam ido "passear", e ficamos apenas eu e ela em casa...
Eram aproximadamente 01:00, quando ela bateu de leve em meu quarto, e veio com a desculpa que meus pais haviam demorado para chegar, eu disse que era normal, eles eram casados e adultos...
Ela disse que sim, era verdade, e perguntou se podia assistir comigo, porque estava sem sono... Eu disse sem problemas, e ela sentou-se na minha cama, com sua farta bunda bem no meu pau... muito calor, estava sem cobertor, e na hora ela sentiu o volume começar a crescer, e nada desconfortada, ela gostou e sempre mexia o bundão no meu pau, que já estava pulsando de tesão...
Comecei a falar de assuntos picantes, e de como gostaria de tocar o pandeiro das moças que desfilavam na passarela...
Nisso ela falou:
-Porque não toca o meu pandeiro então, seu machão...
Eu sem titubiar falei que tocaria se ela me desse o pandeiro, e na hora ela falou:
Vem e pega ele pra você...
Eu coloquei a Selma na minha cama de rabo pra cima, comecei a chupar aquela bucetona, gostosa, cheirosa, que ela havia cuidado muito bem para mim, fizemos um 69 sensacional, e já fudia o rabão dela com 4 dedos antes mesmo de meter com ela...
Selma gemia demais, e falava ME FODE CAVALÃO... ME FODE! ME FAZ SUA PUTONA!
Aquilo me fez subir mais fogo, e eu comecei a meter nela, e enlouquecemos naquele vai e vem, coloquei suas pernas nos meus ombros e metia o cacetão nela até o talo, os meus pentelhos grudados no corpo dela, e chupava seus seios fartos, até gozarmos juntos, soltei aquela porra super quente...
Sem tomar banho ou algo parecido, ficamos ali deitados, com apenas um lençol sobre nos, e vencidos pelo cansaço dormimos...
Meus pais chegaram, e com certeza nos viu ali, mas agiram com naturalidade e não tocaram no assunto no dia seguinte, a não ser meu pai me falar:
Ê Filhão!
Interessante como a Selma perdeu muitas noites de sono no meu quarto, depois daquele dia...
Conto enviado por e-mail.
Eram aproximadamente 01:00, quando ela bateu de leve em meu quarto, e veio com a desculpa que meus pais haviam demorado para chegar, eu disse que era normal, eles eram casados e adultos...
Ela disse que sim, era verdade, e perguntou se podia assistir comigo, porque estava sem sono... Eu disse sem problemas, e ela sentou-se na minha cama, com sua farta bunda bem no meu pau... muito calor, estava sem cobertor, e na hora ela sentiu o volume começar a crescer, e nada desconfortada, ela gostou e sempre mexia o bundão no meu pau, que já estava pulsando de tesão...
Comecei a falar de assuntos picantes, e de como gostaria de tocar o pandeiro das moças que desfilavam na passarela...
Nisso ela falou:
-Porque não toca o meu pandeiro então, seu machão...
Eu sem titubiar falei que tocaria se ela me desse o pandeiro, e na hora ela falou:
Vem e pega ele pra você...
Eu coloquei a Selma na minha cama de rabo pra cima, comecei a chupar aquela bucetona, gostosa, cheirosa, que ela havia cuidado muito bem para mim, fizemos um 69 sensacional, e já fudia o rabão dela com 4 dedos antes mesmo de meter com ela...
Selma gemia demais, e falava ME FODE CAVALÃO... ME FODE! ME FAZ SUA PUTONA!
Aquilo me fez subir mais fogo, e eu comecei a meter nela, e enlouquecemos naquele vai e vem, coloquei suas pernas nos meus ombros e metia o cacetão nela até o talo, os meus pentelhos grudados no corpo dela, e chupava seus seios fartos, até gozarmos juntos, soltei aquela porra super quente...
Sem tomar banho ou algo parecido, ficamos ali deitados, com apenas um lençol sobre nos, e vencidos pelo cansaço dormimos...
Meus pais chegaram, e com certeza nos viu ali, mas agiram com naturalidade e não tocaram no assunto no dia seguinte, a não ser meu pai me falar:
Ê Filhão!
Interessante como a Selma perdeu muitas noites de sono no meu quarto, depois daquele dia...
Conto enviado por e-mail.




















