Tudo começou quando fui trabalhar em em um escritório em Santana, ZN de São Paulo. Como não sou de almoçar todos os dias, às vezes, na hora do almoço, ficava passeando por uma rua comercial próxima da empresa. Aproveitava o tempo livre para ver as vitrines e eventualmente comprar algumas roupas para mim e lingeries para minha noiva, para aqueles finais de semana. Foi assim que conheci Marcela, na época com 17 anos. Ela era morena clara de longos cabelos pretos, tinha mais ou menos 1,60m e uns 50kg no maximo, mas tinha uma bundinha bem volumosa, seios pequenos e uma bocetinha inchada que dava água na boca. Filha de uma senhora espanhola de sangue quente. Comecei a frequentar a loja de roupas com mais frequencia e não demorou para eu perceber o quanto Marcela era safadinha e bem esperta. Curtia homens mais velhos. Como sua mãe tirava a hora de almoço para ir ao banco e resolver alguns problemas da loja, eu ficava conversando com Marcela e nossa intimidade foi aumentando até o ponto em que já falávamos inclusive de namoro e sexo, o que aliás, era o assunto preferido dela. Claro que eu me excitava muito. Um bom tempo depois, quando Marcela já havia feito 18 anos, tomei coragem resolvi provocá-la, elogiando seu corpo, sua beleza, etc. Foi assim que numa dessas vezes pedi a ela ara experimentar um cueca, dessas tipo box (bad boy) no provador, mas Marcela alegaou que não era possível experimentar roupas íntimas. Devido minha insistência, Marcela me deixou experimentar, desde que fosse sobre minha cueca. Em resumo, dentro do provador, aproveitando que estávamos a sós na loja, chamei Marcela para me dar sua opinião e claro testar sua reação. Ela se recusou de primeira, mas veio quando insisti. Marcela abriu um pouco a cortina e ficou observando. Perguntei se ela gostou e então respondeu que sim. Percebi que ela observou com certa atenção o volume que se formava entre minhas pernas. Antes que ela saísse, peguei-a pelo braço e pedi que olhasse novamente e dissesse se gostava daquilo. Marcela me lhou nos olhos e respondeu meio seca, que sim, que adorava. Puxei sua mão para meu pau já duro sob a cueca e fiz ela tocar nele. Para minha surpresa, Marcela começu a acariciá-lo. Seu corpo tremia e sua respiração havia aumentado. Marcela enfiou a mãozinha delicada dentro da cueca e puxou de uma vez meu pau. Quando o viu ficou admirada, afinal, são 20cm bem grosso. Ela começou a cariciá-lo e bater uma punhetinha bem devagar, me chamando de safado. De repente me pediu licença e foi à porta. Trancou a porta de vidro e colocou a placa volto já. Entrou no provador e sem dizer uma palavra se ajoelhou para mamar meu pau. Marcela chupava com gosto e melhor do que qualquer mulher já o havia feito. Sugava e lambia da cabeça até em baixo. Lambia as bolas e chegava a ofegar e engasgar com meu pau inteiro em sua boca. Sentia ele tocar sua garganta e sem mais poder aguentar gozei em sua boquinha. Apesar da quantidade de leite, Marcela engoliu tudo sem derramar uma só gota. Se levantou e disse que era minha vez, não tinha uito tempo, já desabotoando a calça jeans e ficando somente de calcinha. Sentei no chão mesmo e puxei de uma vez a calcinha molhada de Marcela exibindo uma bocetinha lisinha, inchada e molhada. Marcela veio sobre mim e encaixou sua bocetinha na minha boca me fazendo chupá-la. Com sua ajuda, pois Marcela rebolava e se abaixava como uma putinha, lambi tda sua xoxotinha, bebendo to seu mel. Aquela xoxotinha cheirava a suor e xixi por causa do calor, mas meu tesão era tanto que a chupei assim mesmo. Passava a língua dentro e fora daquela xaninha melada, enfiava em sua grutinha ensopada e brincava, ora lambendo, ora mordiscando seu clitóris vermelho e inchado, que inclusive era grande. De repente Marcela se ajoelhou e encaixou sua xoxotinha no meu pau, engolindo-o de uma só vez. Começou a rebolar sobre ele e a cavalgar gemendo e rindo como uma louca. Aquilo me deixava louco. Como uma menina que acabara de chegar ao 18anos poderia transar daquele jeito. Era melhor que muita garota de programa. De repente, Marcela tirou meu pau de sua xaninha inchada e o encaixou no cuzinho apertado. Apenas passou cuspe no cuzinho e sentou no meu pau. Engoliu de uma vez, gemendo e chorando. Marcela aparentava dor, mas mesmo assim, cavalgou meu pau com vontade. Percebi que ela já sentia prazer e rebolava como uma putinha, me arranhando o corpo e dizendo tudo que vinha a cabeça. Começou a se masturbar e me pedia para gozar com ela. Marcela rebolava de uma maneira tão deliciosa que me fez gozar dentro do seu cuzinho. Senti meu pau amolecer dentro de suas entranhas de onde escorria o leite quente, melando nossos corpos. Marcela me beijou e se levantou. Entre suas pernas eu via a cena maravilhosa do meu leite escorrendo. Marcela se vestiu rapidamente e eu fiz o mesmo. Era quase fim da minha hora de almoço e sua mão logo chegaria. Por isso nos beijamos rapidamente e eu fui para o escritório com a promessa de que continuaríamos nossa brincadeira no dia seguinte.
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